Uma oração a ter presente constantemente no coração:

''Eu Estou entregue nas mãos de Deus.
Eu Sou Divinamente guiado/a e protegido/a
E em mim e por mim é feita a Divina Vontade.
Eu sirvo e manifesto a LUZ , Agora e Sempre!''

29.1.13

Como É Que Eu Tô Nesse Corpo - Mano Lima

Coisinha que atenta os homens, eu te escrevo, meu amor
Não quero que tu repares na letra de um domador

Aqui vou levando a vida quebrando queixo de potro
Manda me dizer querida como é que estou neste corpo

Já falei com meu patrão vou morar lá na fiúta
Tu vais gostar do lugar, tem árvore e bastante frutas

Ali eu levanto um rancho de pau a pique cravado
Enquanto a dalva te embala eu tiro as coscas de um aporreado

Aqui espero a resposta, coisinha que atenta os homens
Por causa da tua ausência eu não vou morrer de fome

No bilhete tu me diz se não tá amando outro
Que aí no mais eu já vejo
Como é que eu tô neste corpo


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O amor preenche o coração dos homens.
 Da mais baixa vibração até à mais sublime 
esta energia nos alenta e nos encoraja a continuar neste Planeta.
Desde o forte apego,  insegurança,  ciumes,  dominio
o homem vai treinando a manifestação deste amor
que a alma pouco a pouco vai transmutando em Amor Incondicional,
amor que não reconhece fronteiras, nem raças, nem tempo nem espaço. 

 

''No bilhete tu me diz se não tá amando outro
Que aí no mais eu já vejo
Como é que eu tô neste corpo.''ManoLima



Vamos caminhando, vamos caminhando
Um dia todos chegaremos ao ponto em que o Amor será Incondicional, sem medos , nem inseguranças, sem apegos nem dominios e muito menos ciumeira das almas infantis.

 Namastê! Namastê! Namastê!

Vórtice11

''Aqui vou levando a vida quebrando queixo de potro
Manda me dizer querida como é que estou neste corpo.''ManoLima


... 


3 comentários:

  1. "Só que ela não queria ir de mãos vazias. E assim como se lhe levasse uma flor, ela escreveu num papel algumas palavras que lhe dessem prazer: 'Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem - pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela - apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com duçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez."
    (Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres, pg. 27/28 - Clarice Lispector)

    Com carinho,
    Amptalla

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