As vezes esquecemos lembranças no fundo do baú das
experiências.
Esquecemos
lembranças porque as perdemos no labirinto das ilusões e desilusões.
A quem serve
a desilusão do buscador?
A quem serve
a desilusão do viajante?
Quando o
garimpeiro deixa cair seus instrumentos de garimpos porque se desiludiu com o
monte de areia que cresce a cada dia sem encontrar mais pepitas de ouro
verdadeiro, está traindo a sua essência.
Lembra-te
quem tu és...
Lembra-te
quem tu és...
Lembra-te
quem tu és...
Como
faremos para lembrar?
Com um sonho, com uma
palavra que por acaso escutamos numa esquina qualquer da vida, com um livro que
vem parar a nossas mãos sem esperar, com uma música, com a surpreendente beleza
de um pôr de sol , com o ronronar de um gato , com o desabrochar de uma pequena flor no asfalto, com ... a imaginação da Vida não tem limites nem poupa esforços
para nos tocar.
Não desistam!
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