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Pesquisadores

Uma oração a ter presente constantemente no coração:

''Eu Estou entregue nas mãos de Deus.
Eu Sou Divinamente guiado/a e protegido/a
E em mim e por mim é feita a Divina Vontade.
Eu sirvo e manifesto a LUZ , Agora e Sempre!''
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5.4.15

A aranha e a teia - Osho


"Eu ouvi uma história dinamarquesa. Lembre-se dela, deixe que ela se torne parte da sua consciência.
Essa história conta sobre uma aranha que vivia lá no alto, nos caibros do telhado de um velho celeiro. 

Um dia ela desceu por um longo fio até uma viga mais baixa, onde descobriu que as moscas eram mais abundantes e mais fáceis de capturar.
Ela então, decidiu que passaria a viver nessa viga mais baixa e teceu ali uma confortável teia. 


Mas um dia, ela reparou por acaso no longo fio que vinha de cima, mergulhado na escuridão lá em cima e disse: ' Eu não preciso mais desse fio. Ele só está atrapalhando'. Ela então, cortou o fio, e ao fazer isso, destruiu toda a sua teia, que era sustentada por esse fio. 

Essa é também a história do ser humano.
Um fio liga você ao supremo, ao mais elevado - chame-o de Tao, existência, divindade. Você pode ter esquecido completamente que desceu por este fio.
Você veio do Todo e tem de voltar para lá. Tudo volta para a fonte original: tem de voltar.
Então, você pode até sentir o que esta aranha sentiu, que o fio que o liga ao plano mais elevado só está atrapalhando. Muitas vezes é por causa dele que você não pode fazer algumas coisas: ele sempre acaba ficando no meio do caminho.
Você não pode ser tão violento quanto gostaria; não pode ser tão agressivo quando gostaria; não pode odiar tanto quanto gostaria - o fio está sempre no caminho.

Às vezes você pode se sentir como essa aranha - com vontade de cortá-lo, de parti-lo como ela fez, para desobstruir o seu caminho. Foi isso que disse Nietzsche: 'Deus está morto'. Nietzsche partiu o fio. Mas em seguida enlouqueceu. 
No momento em que ele disse: Deus está morto, ele enlouqueceu, porque rompeu a ligação com a fonte original de toda a vida.

Quando faz isso, a pessoa passa a ter fome de algo vital, essencial. Ela acaba perdendo alguma coisa e se esquece completamente que ela era a própria base da sua vida.

A aranha cortou o fio, e com isso, destruiu a própria teia, que era sustentada por esse fio."
Osho em O Cipreste no Jardim




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18.8.11

O copo d'água é uma flor no jardim do agora - SATYAPREM




[Apontando para um “copo”, Satyaprem inicia sua fala, perguntando a um dos ouvintes presentes...]

– O que é isso?

Participante – Um copo d’água.

Você é descendente de japonês?

Participante – Sim, da 3ª geração.

Se você for ao Japão e pedir um “copo d’água”, eles te darão um copo d’água? Não. Eles não te atenderão, porque lá no Japão isso não é um copo d’água. A maioria das pessoas vive imersa nas convenções, como se fossem reais. Por isso, aqui, o meu apelo: é muito simples ver o que é convencional e perceber que ele é totalmente irreal. Acordar, portanto, é começar a se dar conta de que isso não é um copo d’água.

Questione-se a esse respeito e, eventualmente, com um pouco de sorte, poderá perceber a realidade dos objetos, assim como a sua. Comece vendo que, da mesma forma que isso não é um copo d’água no Japão, um japonês não pode chegar no Brasil e pedir um copo d’água do jeito que está acostumado a pedir no Japão, pois também não será atendido. Ou seja, a sua noção de realidade está totalmente comprometida.

É por isso que as pessoas gostam de viajar, porque, de repente, lhes é dado mais espaço. Num outro lugar, eles sentem que aqueles que eles são aqui, não precisam ser lá.  O que chega a ser crítico, em sua maioria, porque causa a necessidade de sair, de estar sempre indo a algum lugar para sentir-se livre. Conquanto “liberdade” não tem nada a ver com o lugar em que você se encontra.

Por isso o convido a fazer uma única viagem, só de ida, com acesso à Liberdade do seu ser. Note que, se isso não é um copo d’água – aqui vou dar um salto quântico –, você também não é isso aí sentado. Então, qualquer trabalho feito com esse objeto que você chama de “eu”, em nome de melhorar a si mesmo, é falacioso – e é por isso que não funciona.

Outro dia vi na TV, uma entrevista com um filósofo conhecido como o “filósofo anti-progresso”. Perdoem que eu não lembre o seu nome, mas o que me marcou foi justamente o fato da entrevista estar baseada nesse axioma: progresso existe? E o filósofo defendia que “progresso não existe, tudo será exatamente do mesmo jeito, sempre. Apenas parece que existe progresso, mas é ilusório”. Aqui, em nosso contexto, eu pergunto: por que não pode haver progresso?

Participante – Porque tudo está perfeito do jeito que está.

E para onde você olha para ver que tudo está perfeito?

Participante – Para o aqui e agora.

Este é o único movimento necessário. Só nesse lugar, tudo está perfeito. Porque do lado de fora não há perfeição. E, diga-se de passagem, não é por estar imperfeito que não há perfeição, é por causa dos seus olhos. Pois tudo está perfeito, sempre. Note!

Olhe as flores no jardim! Veja a tamanha criatividade... Nenhum de nós seria capaz de emular qualquer uma delas. Aliás, dê-se conta de que você não passa de uma flor – um pouco mais complexa, eu diria, mas tão bela quanto. Renda-se à magnitude do Todo! Note isso e comece a viver num estado de prece e agradecimento, ao invés de viver tentando mudar e melhorar, baseado nas ideias fantasiosas vindas de outrem, a respeito da realidade.






http://youtu.be/UorNMsBA-VM
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Satyaprem faz-me lembrar  Osho , muito fortemente.

Visite também a pagina de Osho 

TARÔT ZEN OSHO:
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Zen Tarot Card
Nova Visão


Quando você se abre para o supremo, imediatamente ele se derrama dentro de você. Você já não é mais um ser humano comum -- você transcendeu. Seu insight transformou-se no insight da existência como um todo. Agora, você não é mais um ser à parte -- você encontrou as suas raízes.

Não sendo assim -- o que é o mais comum --, as pessoas vão vivendo sem raízes, sem saber de onde o seu coração continua recebendo energia, sem saber quem continua respirando em seu interior, sem conhecer a seiva da vida que está circulando dentro delas.
Não se trata do corpo, e não se trata da mente -- é alguma coisa transcendental a todas as dualidades, que se denomina bhagavat -- o bhagavat nas dez direções...

O seu ser interior, quando se abre, vivencia inicialmente duas direções: a altura e a profundidade. Depois, devagarinho, à medida que vai se acostumando com essa situação, você começa a olhar em volta, estendendo-se em todas as outras oito direções.
Quando você alcançar o ponto em que a sua altura e a sua profundidade se encontram, então, você poderá olhar em volta, para a própria circunferência do universo. A partir desse momento, a sua consciência começará a desdobrar-se em todas as dez direções, mas o caminho terá sido só um.

Osho Zen: The Diamond Thunderbolt Chapter 9


Comentário:

A figura desta carta está nascendo de novo, emergindo de suas raízes presas a terra e criando asas para voar em direção ao ilimitado. As formas geométricas em volta do seu corpo mostram as muitas dimensões da vida que estão simultaneamente ao seu alcance. O quadrado representa a parte física, o que está manifesto, o conhecido. O círculo representa o não-manifesto, o espírito, o espaço puro. E o triângulo simboliza a natureza trina do universo: o manifesto, o não-manifesto, e o ser humano que contém a ambos.
Você está tendo agora uma oportunidade para enxergar a vida em todas as suas dimensões, das suas profundezas às alturas. Elas existem lado a lado, e, quando descobrimos pela experiência que o escuro e o difícil são tão necessários quanto o claro e o fácil, passamos a ter uma perspectiva muito diferente do mundo. Ao deixarmos que todas as cores da vida penetrem em nós, tornamo-nos mais integrados.


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