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Pesquisadores

Uma oração a ter presente constantemente no coração:

''Eu Estou entregue nas mãos de Deus.
Eu Sou Divinamente guiado/a e protegido/a
E em mim e por mim é feita a Divina Vontade.
Eu sirvo e manifesto a LUZ , Agora e Sempre!''
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12.1.10

Deus segundo o Livro de Urantia


II. DEUS

As criaturas mortais em evolução possuem uma necessidade irresistível de simbolizar os seus conceitos finitos de Deus. A consciência que o homem tem do dever moral, e o seu idealismo espiritual representam um nível de valores : uma realidade experiencial : difícil de simbolizar.

A consciência cósmica implica o reconhecimento de uma Causa Primeira, a realidade una e única não causada. Deus, o Pai Universal, funciona em três níveis de personalidade-Deidade, de valor subinfinito e de expressão relativa de divindade.

1. Pré-pessoal : como na ministração dos fragmentos do Pai, tais como os Ajustadores do Pensamento.

2. Pessoal : como na experiência evolucionária dos seres criados e procriados.

3. Suprapessoal : como nas existências manifestadas de certos seres absonitos e semelhantes.

DEUS é uma palavra-símbolo, que designa todas as personalizações da Deidade. O termo requer uma definição diferente para cada nível pessoal de função da Deidade e deve,ainda, futuramente, ser redefinido dentro de cada um desses níveis, pois esse termo pode ser usado para designar as personalizações diversas, coordenadas e subordinadas, da Deidade, como por exemplo: os Filhos Criadores do Paraíso : os pais dos universos locais.

O termo Deus, do modo como o usamos, pode ser compreendido:

Por designação : como Deus, o Pai.

Pelo contexto : como quando é usado na argumentação, para designar uma associação de deidades ou um nível da deidade. Quando houver dúvida sobre a interpretação exata da palavra Deus, seria aconselhável referirmo-nos à pessoa do Pai Universal.

O termo Deus sempre denota personalidade. Deidade pode referir-se, ou não, às personalidades da divindade.

A palavra DEUS é usada, nestes documentos, com os significados que se seguem.

1. Deus, o Pai : o Criador, o Controlador e Sustentador. O Pai Universal, a Primeira Pessoa da Deidade.

2. Deus, o Filho : o Criador Coordenado, o Controlador do Espírito e Administrador Espiritual. O Filho
Eterno, a Segunda Pessoa da Deidade.

3. Deus, o Espírito : o Agente Conjunto, o Integrador Universal e Outorgador da Mente. O Espírito Infinito, a Terceira Pessoa da Deidade.

4. Deus, o Supremo : o Deus do tempo e do espaço, em factualização e em evolução. A Deidade Pessoal que associativamente alcança a realização experiencial da identidade criatura-Criador no espaço-tempo. O Ser Supremo está pessoalmente experienciando a realização da unidade da Deidade, como o Deus evolutivo e experiencial das criaturas evolucionárias do tempo e do espaço.

5. Deus, o Sétuplo : é a personalidade da Deidade, funcionando de modo factual em todos os lugares, no
tempo e no espaço. São as Deidades pessoais do Paraíso e os seus coligados criadores, funcionando dentro
e além das fronteiras do universo central e que estão personalizando o poder como Ser Supremo, no
primeiro nível da criatura, para a revelação unificadora da Deidade, no tempo e no espaço. Esse nível, o
grande universo, é a esfera na qual as personalidades do Paraíso fazem a sua descensão, no espaço-tempo,
em associação recíproca com a ascensão, no espaço e no tempo, das criaturas evolucionárias.

6. Deus, o Último : o Deus em processamento corrente, do supra-tempo e do espaço transcendido. O
segundo nível experiencial de manifestação da Deidade unificadora. Deus, o Último, implica a realização
adquirida dos valores sintetizados absonitos-suprapessoais, dos valores de espaço e tempo transcendidos e
dos valores experienciais em processamento (factualizados), coordenados nos níveis criadores finais da
realidade da Deidade.

7. Deus, o Absoluto : o Deus que se experiencializa, dos valores suprapessoais transcendidos e dos
significados da divindade, tornando-se agora existencial como o Absoluto da Deidade. Este é o terceiro
nível da expressão e da expansão da Deidade unificadora. Nesse nível supra-criador, a Deidade experiencia
a exaustão do potencial personalizável, encontra a Sua completude de divindade, passando pelo
esvaziamento da capacidade da revelação de Si nos níveis sucessivos e progressivos de
personalização-no-outro. A Deidade agora alcança o Absoluto Inqualificável, impinge-se nele, encontra-se
nele e com ele experiencia a identidade.

III. A PRIMEIRA FONTE E CENTRO

A realidade infinita e total é existencial em sete fases e como sete Absolutos coordenados:

1.
1. A Primeira Fonte e Centro.

2.
2. A Segunda Fonte e Centro.

3.
3. A Terceira Fonte e Centro.

4.
4. A ilha do Paraíso.

5.
5. O Absoluto da Deidade.

6.
6. O Absoluto Universal.

7.
7. O Absoluto Inqualificável.

Deus, sendo a Primeira Fonte e Centro, é primordial em relação à realidade total : inqualificavelmente. A Primeira Fonte e Centro é infinita, assim como eterna e, portanto, é limitada ou condicionada apenas pela volição.

Deus : o Pai Universal : é a personalidade da Primeira Fonte e Centro e, como tal, mantém relações pessoais de controle infinito sobre todas as fontes e centros coordenados e subordinados. Tal controle é pessoal e infinito, em potencial, ainda que possa nunca funcionar, de fato, devido à perfeição da função de tais fontes, centros e personalidades coordenadas e subordinadas.

A Primeira Fonte e Centro é, portanto, primordial em todos os domínios: deificados ou não deificados, pessoais ou impessoais, factuais ou potenciais, finitos ou infinitos. Nenhum ser ou coisa, nenhuma relatividade ou finalidade existe, exceto em relação direta ou indireta com a primazia da Primeira Fonte e Centro ou em dependência dela.

A Primeira Fonte e Centro está relacionada ao universo do modo como se segue.

1. As forças da gravidade dos universos materiais convergem para o centro de gravidade do Paraíso inferior. Este é exatamente o motivo pelo qual a locação geográfica da Sua pessoa é fixa eternamente, em relação absoluta com o centro de força-energia do plano inferior ou material do Paraíso. Todavia, a personalidade absoluta da Deidade existe no plano superior ou espiritual do Paraíso.

2. As forças da mente convergem para o Espírito Infinito; a mente cósmica diferencial e divergente converge
para os Sete Espíritos Mestres; a mente do Supremo, no seu processo de factualização como experiência no
espaço-tempo, converge para Majeston.

3. As forças do espírito do universo convergem para o Filho Eterno.

4. A capacidade ilimitada para a ação da deidade reside no Absoluto da Deidade.

5. A capacidade ilimitada de resposta de infinitude existe no Absoluto Inqualificável.

6. Os dois Absolutos : o Qualificado e o Inqualificável : são coordenados e unificados no Absoluto Universal e por ele.

7. A personalidade potencial de um ser moral evolucionário, ou de qualquer outro ser moral, está centrada na personalidade do Pai Universal.

A REALIDADE, tal como compreendida pelos seres finitos, é parcial, relativa e vaga. O máximo de realidade da Deidade, plenamente compreensível pelas criaturas evolucionárias finitas, está abrangido no Ser Supremo. Entretanto, há realidades antecedentes e eternas, realidades suprafinitas, que são ancestrais dessa Suprema Deidade das criaturas evolucionárias do tempo e do espaço. Na tentativa de retratar a origem e a natureza da realidade universal, somos forçados a empregar a técnica do raciocínio espaço-temporal, de modo a atingir o nível da mente finita. Portanto, muitos eventos simultâneos eternos devem ser apresentados como operações seqüenciais.

Tendo em conta o modo como uma criatura espaço-temporal perceberia a origem e a diferenciação da realidade, o eterno e infinito EU SOU realizou a liberação da Deidade dos entraves que a prendiam à infinitude inqualificável, por intermédio do exercício do livre-arbítrio, inerente e eterno; e esta separação da infinitude inqualificável produziu a primeira tensão-divindade absoluta. Esta tensão do diferencial de infinitude é resolvida pelo Absoluto Universal, que funciona unificando e coordenando a infinitude dinâmica da Deidade Total e a infinitude estática do Absoluto Inqualificável.

Nessa transação original, o teórico EU SOU alcançou a realização da personalidade, ao tornar-se o Pai Eterno do Filho Original, tornando-se, simultaneamente, a Fonte Eterna da ilha do Paraíso. Em co-existência com a diferenciação entre o Filho e o Pai, e na presença do Paraíso, deu-se o surgimento da pessoa do Espírito Infinito e do universo central de Havona. Com o surgimento das Deidades pessoais coexistentes, o Filho Eterno e o Espírito Infinito, o Pai escapou, como personalidade, da Sua difusão, que, de outro modo, seria inevitável, no potencial da Deidade Total. Daí em diante, apenas na Trindade, ou seja, apenas na associação com as suas duas Deidades iguais, é que o Pai preenche todo o potencial da Deidade, enquanto a Deidade crescentemente experiencial está sendo atualizada nos níveis de divindade em Supremacia, Ultimidade e Absolutez.

O conceito do EU SOU é uma concessão filosófica que fazemos à mente finita do homem, presa que é do tempo e acorrentada que é ao espaço, dada a impossibilidade de a criatura compreender as existências eternas : as realidades e as relações sem começo, nem fim. Para a criatura do espaço e do tempo, todas as coisas devem ter um começo, exceto apenas AQUELE SEM CAUSA : a causa primeira das causas. Conceituamos, então, esse valor-nível filosófico como o EU SOU, instruindo, ao mesmo tempo, a todas as criaturas, que o Filho Eterno e o Espírito Infinito são co-eternos com o EU SOU; em outras palavras, que nunca existiu um tempo em que o EU SOU não tivesse sido o Pai do Filho e, com este, o Pai do Espírito.

O Infinito é usado para denotar a plenitude : a finalidade : conseqüência da primazia da Primeira Fonte e Centro. O teórico EU SOU é uma extensão, à maneira filosófica da criatura, da “infinitude da vontade”, mas o Infinito é um valor-nível factual, representando a intenção, na eternidade, da verdadeira infinitude do livre-arbítrio absoluto e sem entraves do Pai Universal. Este conceito, algumas vezes, é designativo do Pai-Infinito.

Grande parte da confusão que todas as ordens de seres enfrentam, das mais elevadas às inferiores, nos seus
esforços para descobrir o Pai-Infinito, é inerente às suas próprias limitações de compreensão. A primazia absoluta do Pai Universal não é aparente para os níveis sub-infinitos; sendo, portanto, provável que apenas o Filho Eterno e o Espírito Infinito conheçam, verdadeiramente, o Pai como uma infinitude; para todas as outras personalidades tal conceito representa o exercício da fé.


O Livro de Urantia em:
http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/ler

Brasil:
http://www.elub.com.br/

http://www.urantia.com.br/

Espanha
http://www.urantia.es/


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Atenção aos endereços que mudaram.

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3.10.09

Formas de Prece segundo o Livro de Urantia

5. OUTRAS FORMAS DE PRECE
Segundo o Livro de Urantia

http://www.urantia.org/portuguese/o_livro/02por144.htm


De quando em quando, durante o restante da sua permanência na Terra, Jesus trazia ao conhecimento dos apóstolos várias outras formas de prece, mas o fez apenas como uma ilustração para outras questões, e determinou que essas “preces em forma de parábola” não deveriam ser ensinadas às multidões. Muitas delas eram de outros planetas habitados, mas Jesus não revelou esse fato aos doze. Entre essas preces estavam as seguintes:


Pai nosso, em Quem consistem todos os reinos do universo,
Que o Teu nome seja exaltado e Todo-glorioso seja o Teu caráter.
A Tua presença nos engloba, e a Tua glória manifesta-se
De modo imperfeito, por nosso intermédio, e, no alto, é mostrada em perfeição.
Dá-nos, neste dia, as forças vivificadoras da luz,
E não nos deixes errar pelos desvios malignos da nossa imaginação,
Pois Teu é o residente glorioso, o poder eterno,
E, nossa, é a dádiva eterna do amor infinito do Teu Filho.
Assim seja, na verdade eterna.
Pai nosso criador, que estás no centro do universo,
Outorga a nós a Tua natureza e dá-nos o Teu caráter.
Faça de nós Teus filhos e filhas por meio da graça,
Que o Teu nome seja glorificado por meio da nossa eterna realização.
Dá o Teu espírito ajustador e controlador, para viver e residir dentro de nós.
E que possamos fazer a Tua vontade nesta esfera, como os anjos cumprem os Teus comandos na luz.
Sustenta-nos neste dia, no nosso progresso dentro do caminho da verdade.
Livra-nos da inércia, do mal e de todas as transgressões pecaminosas.
Sê paciente conosco, assim como nós mostramos bondade e amor aos nossos semelhantes.
Derrama o espírito da Tua misericórdia nos nossos corações de criaturas.
Conduze-nos pela Tua própria mão, passo a passo, nos labirintos incertos da vida,
E, quando vier o nosso fim, recebe os nossos espíritos fiéis no Teu próprio seio.
E assim seja feito o Teu desejo, não o nosso.
Pai nosso celeste, perfeito e reto,
Guia e dirige a nossa jornada deste dia.
Santifica os nossos passos e coordena os nossos pensamentos.
Conduze-nos sempre nos caminhos do progresso eterno.
Sacia-nos de sabedoria, até a plenitude do poder
E vitaliza-nos com a Tua energia infinita.
Inspira-nos com a consciência divina
Da presença e da orientação das hostes seráficas.
Guia-nos sempre para cima, na senda da luz;
Inocenta-nos plenamente no dia do grande julgamento.
Faze-nos à Tua semelhança, na glória eterna
E recebe-nos, no alto, para o Teu serviço perpétuo.
Pai nosso, que Te mantém em mistério,
Revela-nos o Teu caráter santo.
Faze, neste dia, que os Teus filhos na Terra
vejam o caminho, a luz e a verdade.
Mostra-nos a direção do progresso eterno
E dá-nos a vontade de caminhar para ele.
Estabelece, dentro de nós, a Tua soberania divina
E concede-nos o domínio pleno do ego.
Não nos deixe enveredar pelos caminhos das trevas e da morte;
Conduze-nos eternamente nas águas da vida.
Ouve esta nossa prece, por amor da Tua própria causa;
Contenta-te em fazer-nos cada vez mais semelhantes a Ti.
E afinal, pelo Filho divino,
Recebe-nos nos Teus braços eternos.
E assim, seja feita a Tua vontade, não a nossa.
Glorioso Pai e gloriosa Mãe, unificados em um progenitor único,
Gostaríamos de ser leais à vossa natureza divina.
Que viva de novo em nós a vossa pessoa
Por meio da dádiva e do outorgamento do vosso espírito divino,
Que só imperfeitamente imita a vós, nesta esfera,
Tal como vós vos mostrais em perfeição e em majestade, no alto.
A cada dia, dai-nos a vossa doce ministração de fraternidade
E conduzi-nos, a todo momento, na direção do serviço ao amor. Sede sempre e firmemente pacientes conosco
Assim como nós somos pacientes com os nossos filhos.
Dai-nos a sabedoria divina de fazer todas as coisas bem,
Dai-nos o amor infinito, que é a graça de toda a criatura.
E concedei-nos a vossa paciência e a vossa bondade amorosa
Que a nossa caridade possa envolver os fracos deste reino.
E, quando a nossa carreira acabar, fazei dela uma honra ao vosso nome,
Um prazer para o vosso espírito de bondade, e uma satisfação para aqueles que ajudam a nossa alma
Não como desejamos nós, nosso Pai de amor, mas assim como vós desejardes, para o eterno bem dos vossos filhos mortais,
Que assim possa ser.
Ó Fonte nossa Toda-fiel e Centro nosso Todo-Poderoso,
Reverenciado e santo seja o nome do vosso Filho tão cheio de graça.
As vossas bondades e as vossas bênçãos têm descido sobre nós,
Dando-nos poder para fazer a vossa vontade e para executar a vossa ordem.
Dai-nos, a cada momento, a sustentação da árvore da vida;
A cada dia, refrescai-nos, com as águas da vida do vosso rio.
A cada passo, conduzi-nos para fora das trevas e para a luz divina.
Renovai as nossas mentes, por meio das transformações do espírito residente,
E, quando o fim mortal finalmente vier sobre nós,
Recebei-nos junto a vós e enviai-nos à eternidade.
Coroai-nos com os atributos celestes do serviço fecundo,
E nós glorificaremos o Pai, o Filho e a Santa Influência.
E que assim seja, em um universo sem fim.
Pai nosso que habitas em locais secretos do universo,
Honrado seja o Teu nome, reverenciada seja a Tua misericórdia e respeitado seja o Teu julgamento.
Que o sol da retidão brilhe sobre nós ao meio-dia,
Enquanto nós Te suplicamos que guies os nossos passos incertos sob o crepúsculo.
Conduze-nos com a Tua mão, nos caminhos da Tua escolha
E, quando o caminho for duro e as horas forem de trevas, não nos abandones.
Não nos esqueças, assim como nós muitas vezes Te esquecemos e Te negligenciamos.
Mas sê misericordioso e ame-nos como nós Te desejamos amar.
Do alto, olha-nos com bondade e perdoa-nos com misericórdia Como nós perdoamos, com justiça, àqueles que nos magoam e que nos ofendem.
E possam o amor, a devoção e o dom do Filho excelso
Tornar disponível a vida eterna, com a Tua misericórdia sem fim e com o Teu amor.
Que o Deus dos universos possa conceder-nos a medida plena do Seu espírito;
Dá-nos a graça de submeter-nos à condução desse espírito.
Pela ministração de amor das Tuas devotadas hostes seráficas
Que possa o Filho guiar-nos até o fim da idade.
Faze-nos sempre, e cada vez mais, semelhantes a Ti
E, quando do nosso fim, recebe-nos no abraço eterno do Paraíso.
Assim seja, em nome do Filho a nós enviado
E para a honra e glória de Ti, Pai Supremo.


Embora os apóstolos não fossem livres para apresentar essas lições sobre a prece nos seus ensinamentos públicos, eles aproveitaram muito de todas essas revelações para as suas experiências religiosas pessoais. Jesus utilizou esses e outros modelos de preces, como ilustrações, nas instruções íntimas dadas aos doze. E uma permissão específica nos foi concedida, para que transcrevêssemos essas sete amostras de orações neste registro.

http://www.urantia.org/portuguese/o_livro/02por144.htm

http://www.urantia.org/portuguese/o_livro/indice.htm#Parte4

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18.2.09

Onde está Deus? - Quem é Deus?


Who is God? - A Sequência Fibonacci

Os números de Fibonacci constituem a base matemática de toda a Natureza e talvez o vestígio mais importante para compreendermos que fomos todos formados da mesma coisa, seja ela o Criador, seja ela a força fractal dos Universos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_Fibonacci
http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_de_Fibonacci
http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm41/quemefib.htm

http://ciclofinal.blogspot.com/2009/02/who-is-god-sequencia-fibonacci.html

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No Livro de Urantia , logo na primeira página está escrito assim:
DOCUMENTO 1
O PAI UNIVERSAL

O Pai Universal é o Deus de toda a criação, a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e todos os seres. Pensai em Deus primeiro como um criador, depois como um controlador e finalmente como um sustentador infinito. A verdade sobre o Pai Universal teve o seu alvorecer, para a humanidade, quando o profeta disse: “Apenas Vós sois Deus, não há ninguém além de Vós. Criastes os céus e os céus dos céus com todas as suas hostes; e Vós os preservais e os controlais. Pelos Filhos de Deus, os universos foram feitos. O Criador cobre-Se da luz como se fosse uma veste e estende os céus como uma cortina”. Somente o conceito do Pai Universal – um Deus único, no lugar de muitos deuses – capacitou o homem mortal a compreender o Pai como um criador divino e um controlador infinito.


As miríades de sistemas planetários foram todas feitas para serem afinal habitadas por muitos tipos diferentes de criaturas inteligentes, seres que poderiam conhecer a Deus, receber a afeição divina e amá-Lo em retribuição. O universo dos universos é obra de Deus e morada das Suas diversas criaturas. “Deus criou os céus e formou a Terra; e não foi em vão que Ele estabeleceu o universo e criou este mundo; Ele o formou, para que fosse habitado”.

Todos os mundos esclarecidos reconhecem e adoram o Pai Universal, o elaborador eterno e o sustentador infinito de toda a criação. As criaturas de vontade, de universo em universo, embarcaram nessa jornada imensamente longa até o Paraíso, a luta fascinante da aventura eterna de alcançar Deus, o Pai. A meta transcendente dos filhos do tempo é ir ao encontro do Deus eterno, é compreender a Sua natureza divina e reconhecer o Pai Universal. As criaturas sabedoras de Deus têm apenas uma ambição suprema, um só desejo ardente, que é o de tornar-se, nas suas próprias esferas, perfeitos como Ele é, na Sua perfeição de personalidade no Paraíso e na Sua esfera universal de supremacia na retidão. Do Pai Universal que habita a eternidade, emanou o supremo mandato: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”. Em amor e misericórdia, os mensageiros do Paraíso levaram essa exortação divina, através dos tempos e através dos universos, até mesmo às criaturas inferiores de origem animal, tais como as raças humanas de Urântia.

Pág. 22

Esse mandato, magnífico e universal, de esforçar-se para atingir a perfeição da divindade, é o primeiro dever e deveria ser a mais alta ambição de todas as criaturas que lutam nessa criação do Deus da perfeição. A possibilidade de atingir a perfeição divina é o destino certo e final de todos os homens, no eterno progresso espiritual.

Os mortais de Urântia dificilmente podem esperar ser perfeitos, no sentido infinito, mas, para os seres humanos, partindo como o fazem, deste planeta, é inteiramente possível alcançar a meta superna e divina, que o Deus infinito estabeleceu para o homem mortal; e, quando atingirem esse destino, em tudo o que diz respeito à auto-realização e ao alcance da mente, eles estarão tão repletos, na sua esfera de perfeição divina, quanto o próprio Deus o é, no seu âmbito de infinitude e eternidade. Tal perfeição pode não ser universal, no sentido material, nem ilimitada, em alcance intelectual, nem final, como experiência espiritual, mas ela é final e completa, sob todos os aspectos finitos, em divindade, vontade, perfeição de motivação da personalidade e consciência de Deus.

O verdadeiro significado do mandamento divino é este: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”; o que impulsiona constantemente o homem mortal a ir adiante e o atrai para o interior de si próprio, na sua labuta longa e fascinante para alcançar níveis cada vez mais elevados de valores espirituais e de significados verdadeiros do universo. Essa busca sublime, pelo Deus dos universos, é a aventura suprema dos habitantes de todos os mundos do tempo e do espaço.


http://www.urantia.org/portuguese/o_livro/02por001.htm
http://www.urantia.org/portuguese/o_livro/index.htm
http://www.urantia.org/

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