Uma oração a ter presente constantemente no coração:

''Eu Estou entregue nas mãos de Deus.
Eu Sou Divinamente guiado/a e protegido/a
E em mim e por mim é feita a Divina Vontade.
Eu sirvo e manifesto a LUZ , Agora e Sempre!''

2.6.14

ALEGRIA - Estrela Aqui 23.05.14 - O Pensamento Divino


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Saudações irmãos e irmãs.
Participantes: Saudações.
Eu sou Teresa, Estrela que irradia a virtude Aqui. E aqui estamos.
... Comunhão Vibratória...
No enlevo da Alegria abre-se a porta para a expressão, a expressão de um dom divino. O enlevo da Alegria nos transporta, nos arrebata, para bem além, bem além do alcance da forma, do limite. Há um poder ígneo no Êxtase capaz de nos relembrar, não pela memória, mas por um toque atual em nossa verdadeira Essência.
O enlevo da Alegria abre a porta para um dom, o Pensamento Divino. Este dom, meus irmãos, é de extrema importância nestes dias. Esta coisa tão simples, tão cálida, possui uma força, a força que vocês necessitam hoje para cumprir as palavras de Mowlavi. Eu me permitirei tentar traduzir, de uma forma um pouco mais linear, todo este fulgor e furor da presença ígnea deste nosso irmão.   
O átomo, o átomo espiritual somos nós, cada um de nós, cada Centelha Divina emanada do Pensamento Criador, cada Raio da Presença Universal, cada espelho que reflete a luz inefável da Alma do Mundo. Este átomo somos nós, este átomo é imortal e o doador último da vida para tudo aquilo que se manifesta no reino da objetividade.
Portanto é atributo indissociável do átomo espiritual ou deste Raio da Presença Cósmica que somos nós, vida e Vida. Esta primeira vida é a vitalidade, esta primeira vida é eletricidade que põe em movimento, que agrega e desagrega. Este é um atributo material, esta vida é um atributo material, porque se expressa na própria matéria. A outra Vida é um atributo da consciência, a outra Vida é o próprio Pensamento Divino e esta outra Vida é a ausência de transformação. 
A primeira vida é o que move, é o que faz mover. A primeira vida é aspecto e motor de toda transformação.
Esta outra Vida é a própria imanência do Pensamento Divino em tudo o que se move, é a própria capacidade deste Raio - que nós somos - da Presença Universal, de animar todas as mudanças, de ser o palco onde se sucedem todas as transformações e ainda assim permanecermos inalterados, intocáveis.  
Nos constitui um dom duplo: vida na matéria, mudança e renovação, ciclos e ciclos intermináveis que se resolvem, finalmente, nesta outra Vida, indescritível, impossível de ser condicionada, mesmo pelo pensamento mais lúcido. Esta outra Vida é o Pensamento Divino que tudo imanta, que tudo anima, exatamente no sentido de que tudo contém, exatamente no sentido de que é a Essência última de toda a transformação.
Esta primeira vida está aí e segue o seu próprio curso, segue o seu próprio modo de funcionamento, dela hoje não devemos nos ocupar – hoje, quando eu falo, aqui, neste momento. Eu gostaria de lhes impulsionar a tocar, explorar, reconhecer esta outra Vida, que é Pensamento Divino.
Esta outra Vida também pode ser tocada aqui e o aspecto, digamos, menos sutil, menos subjetivo deste Pensamento Divino se reflete na mente. Este aspecto, menos sutil ou mais concreto do Pensamento Divino, é aquilo que na manifestação se revela como a Supramente. Mas eu não quero tratar da Supramente hoje, me servindo dos conceitos que já são conhecidos de vocês ou me referindo a tudo que já foi dito a respeito da Supramente. Eu quero falar do Pensamento Divino na mente, de uma forma simples, de uma forma clara, de uma forma tangível em sua experiência.
Este Pensamento Divino na mente, que é a essência da mente, está ao alcance de todos nós aqui. O caminho mais seguro, o caminho mais fácil e mais deleitoso é realmente o enlevo da Alegria, quando vocês se permitem ser arrebatados num momento de Alegria. Não importa qual o grau ou a força com que este enlevo se manifeste, não é a suposta força deste enlevo o que permite o acesso a este Pensamento Divino, mas é sua abertura, sua entrega ao enlevo que realmente abre o canal de contato com o Pensamento Divino.
Quando este enlevo da Alma, este enlevo da Alegria envolve a Alma e a Alma a este enlevo se entrega sem reservas, então ela vislumbra a essência de si mesma. O percebedor não pode ser localizado. O Eu, o Eu vivente, o Eu vivo não pode ser localizado, ele não existe num plano, ele não existe numa forma, ele existe em todos os planos e em todas as formas, mas este Eu se reconhece em níveis cada vez mais amplos.
A palavra não nos permite lidar com muita precisão a respeito disso, porque quando toca seu campo mental estes conceitos de amplidão e de reconhecimento, há sempre um mecanismo de interpretação com base numa visão de exteriorização, mas este reconhecimento e esta amplidão é cada vez mais para dentro. 
O enlevo da Alegria, então, permite com que todos nós toquemos o Pensamento Divino, nos reconhecendo amplamente por um movimento de interiorização como o que somos, em níveis cada vez mais amplos, cada vez mais largos, menos limitados e condicionados pelas formas visíveis, pelas formas conhecidas.
O Pensamento Divino é a paz que toca a mente quando há enlevo. O Pensamento Divino é o amor irrestrito, incondicional, que se derrama e abraça todo o mundo sem perguntar nome, cor, idade. O Pensamento Divino é aceitação, aceitação irrestrita da condição efêmera ou real de todos os seres. O Pensamento Divino é caridade, ação reta em resposta ao Coração.
O Pensamento Divino toca o corpo e o predispõe a amar, amar tão profundamente, tão profundamente que as diferenças se diluem, se diluem numa mesma onda. Por fim, o Pensamento Divino quando abala o núcleo das moléculas lhes permite estar Aqui. Não num ‘aqui’ físico. Aqui, este Aqui que se espraia em todas as direções, sem jamais encontrar um termo.
Este é o dom da multidimensionalidade. O Pensamento Divino permite com que as moléculas se manifestem simultaneamente em dois ou mais locais no espaço ilimitado de Ser. Isto é ciência e a ciência do Aqui volta a animar suas formas. 
Abram-se. Não é a metódica fria do cérebro que lhes permitirá recobrar suas capacidades divinas. Não é o esforço insensível que lhes permitirá quebrar as cadeias da limitação. Somente o Amor – e, por favor, não vamos cair no clichê dessa palavra mais uma vez - somente o Amor - aceitação, abraçar irrestritamente todos os seres e todas as formas - é o que pode abrir os canais para que a forma seja ressuscitada.  
Nós somos o átomo cujo atributo indissociável é vida e Vida. Cabe a nós, então, pôr em movimento nosso mundo. Isto o fazemos, é da nossa natureza, com isto não precisamos nos preocupar.
Mas é também nosso papel ressuscitar o mundo. Não o mundo criado nas ideias, não o mundo velho que já passou. Ressuscitar o mundo, o mundo que seja uma expressão mais fiel do que somos, um mundo o qual valha a pena imortalizar, com o qual valha a pena compartilhar a Vida, que é nosso atributo indissociável.   
Irmãos, eu lhes indico a Alegria como o caminho mais leve, mais doce, mais rápido de fazer este mundo ressuscitar. Deixem-me lhes explicar. Quando os seus sentidos e faculdades são arrebatados no enlevo da Alegria, sua atenção naturalmente se desloca do efêmero conhecido para um efêmero reconhecido no átrio sagrado do Coração. Sua atenção e sua intenção são as ferramentas criadoras, ou pelo menos as mais importantes dentre elas. Quando sua atenção e intenção se deslocam das velhas formas e vislumbram o arquétipo esplendoroso que este planeta deve expressar, vocês então reassumem sua posição de criadores.
Mas é no enlevo da Alegria, porque o enlevo da Alegria abre uma porta para que o Pensamento Divino toque a mente concreta, para que a Supramente se case mais uma vez com a mente concreta. E através deste casamento, deste verdadeiro Hieros Gamos (nota: do grego, Casamento Sagrado), o arquétipo de uma forma luminosa pode ser manifesto neste mundo de formas cambiantes. A ideia encontra a forma, o arquétipo encontra o tipo e então nós imortalizamos, porque como imortais, é de nossa natureza compartilhar e imortalizar aquilo que é o reflexo perfeito de nossa natureza amorosa, divina. 
Abram os corações, deixem-se arrebatar pela Alegria. Qualquer que seja a porta através da qual esta Alegria se manifeste: o voo de uma ave, o som do vento, as pequenas flores no campo, o sorriso de um irmão ou irmã, o ímpeto incontrolável pela comunhão, a certeza do retorno do Amado – esta sim é uma porta mais que digna para a manifestação da Alegria. Mas não invalida as outras.
Mas a certeza do retorno do Amado, a certeza do reencontro no Coração da Mãe, a certeza de que a manifestação é digna do Espírito que a vivifica, esta certeza é uma porta mais que digna para que a Alegria se expresse. E quando esta Alegria lhes tocar, quando a Deusa da Alegria lhes visitar e bater a sua porta, atendam, porque o Cristo não tem rosto, o Cristo não tem nome, o Cristo não tem forma, e isto eu descobri na experiência.
Mas o mais digno de seus arautos é a Alegria. E quando a Alegria vem anunciar a Presença daquele que jamais partiu, abram a porta. Abram e entreguem-se completamente Àquele que vem. Aquele que vem guarda a chave para despertar em vocês Aquela, Eterna.  
Lis, esta candeia, verdadeiramente esta candeia do mundo, toca o tambor da Terra e este ritmo é hoje Alegria. Lis vem acolher toda a humanidade em sua campânula vibratória para nos despertar para a Alegria. Por isso tem sido tanto falado de Alegria, de celebração, porque esta é a nota chave deste ciclo, deste pequeno ciclo humano e planetário também. Porque, como nosso irmão Mowlavi disse, a natureza canta e dança a Alegria. 
Bem, irmãos, eu espero que estas poucas palavras tenham sido úteis para nos aproximar uns dos outros, porque eu sou vocês, mas também para nos aproximar da experiência real e direta deste enlevo, e para além dele, do Pensamento Divino que é nosso atributo essencial.
Eu me recolho agora sem vos deixar, isto não possível. Mas eu deixo com vocês uma benção - não a benção minha, quem sou eu para abençoar um átomo imortal? Mas uma benção da coletividade de todos os átomos e que no momento, neste exato momento, é representada pela Roda de Fogo dos Melquisedeques e pelo conjunto das Estrelas da Mãe Divina, estes dois polos de um mesmo organismo vivo que sintetizam em si toda a estrutura lumínica deste planeta.
Nestas Rodas nos unamos. Vamos nos entrelaçar uns aos outros e vamos ressoar neste mundo, aqui onde estamos assumindo corpos, porque eu também estou num corpo de carne, vamos ressoar aqui a glória de nossa natureza. Na Alegria e no Amor irrestritos. Fiquem em paz, que a benção do Cristo acalente nossos corações.
Transcrição feita por colaboradores do site. 

http://www.escolaluzviva.com.br/2014/05/estrela-aqui-230514-o-pensamento-divino.html



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