Uma oração a ter presente constantemente no coração:

''Eu Estou entregue nas mãos de Deus.
Eu Sou Divinamente guiado/a e protegido/a
E em mim e por mim é feita a Divina Vontade.
Eu sirvo e manifesto a LUZ , Agora e Sempre!''

30.1.12

Sobre a transição - Entrevista a Fabio Del Santoro


 Parte8

ENTREVISTA FABIO DEL SANTORO / CONTATO EXTRATERRESTRE / PT 7

 Veja os outros videos da entrevista completa aqui:






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3 DIAS DE ESCURIDÃO: SEU PORTAL PELA QUARTA DIMENSÃO - Uma Mensagem do Arcanjo Miguel/Ashtar Sheran por Ariel DeAngelis




3 DIAS DE ESCURIDÃO:
SEU PORTAL PELA QUARTA DIMENSÃO
Uma Mensagem do Arcanjo Miguel/Ashtar Sheran
(como recebida por Ariel DeAngelis no dia 21 de janeiro de 2012)

Vocês têm medo da escuridão?

Não deveriam ter… e eis aqui por quê:

Há muito tempo e bem distante, um “tempo” antes do tempo, quando as partes do Multiverso estavam sendo Criadas, pequenas camadas foram fixadas dentro da esfera do Multiverso que envolviam umas às outras como as pétalas de um botão de Lótus imediatamente antes de começar a desabrochar.

As camadas no mesmo centro eram justas e densas e difíceis de mover interiormente; numeradas do centro para fora… 1… 2… 3… 4… 5 e assim por diante; as camadas com maiores alcances são finas e etéreas e nelas as possibilidades são ilimitadas.

O que pode surpreendê-los é que quanto mais próximo da Fonte nós estamos, mais distante do centro nós vamos.

"Não faz sentido o que você diz!"

Mas eu lhes pergunto: tem que fazer?

Aquilo que vocês passaram a considerar como o centro de “Tudo” é, de fato, a mesma substância dentro da qual Tudo está incluso, perfeitamente encapsulado dentro de si mesmo.

Dentro de cada um desses reinos, a vida em várias formas foi criada e surgiu, mudando dentro do espectro de seu próprio desenvolvimento; desenvolvendo para tudo que deveria ser, simplesmente porque podia.

O Artista Criador Criou então a Obra-prima e deu um passo para trás para ver o que aconteceria.

E aconteceu… em todos os sentidos que possivelmente poderia acontecer.

Bom, ruim, neutro – tudo é o mesmo – simplesmente é – tudo é Bom!

E nós etiquetaremos estas formas de vida como “Humano”, porque na “visão” da Fonte de Toda a Criação, e sendo que a Fonte se vê basicamente como “Humano”, então Ela vê toda forma de vida que Ela já criou como também sendo Humano.

Dentro da extensão de cada nova criação de “vida” veio a responsabilidade da escolha; do mais alto reino até os mais baixos, a escolha torna-se principal, pois que forma melhor para a Fonte se conhecer do que não só permitir a escolha, mas requerê-la?

Até mesmo não escolhendo, uma escolha ainda é feita… certo, errado ou mais ou menos – é tudo igual - simplesmente é – Tudo é Bom!

Nos alcances mais distantes dos reinos mais altos, onde o Propósito é mais facilmente compreendido, a escolha, como alguns nos reinos mais baixos ainda veem como “escolha alguma” era simples: permanecer nos reinos mais altos e Criar como os Deuses Criadores que eles eram; mais próximo da Fonte; mais próximo do momento da sua Criação – as coisas simplesmente fluem mais facilmente aqui “em cima”.

Então descendo, descendo, descendo em espiral para o centro, as escolhas entre “ir” e “ficar” ficam mais difíceis, como tudo, até a percepção se torna mais compacta… imóvel e densa, até o ponto que, no centro, onde a escolha fica impossível e Tudo para de ser.

Não muitos já tentaram ir assim tão longe já que a escolha fica impossível e a escolha de partir e voltar aos reinos mais altos nunca é percebida para, até mesmo, ser considerada.

Ah… e tudo “acima” desse ponto?

As escolhas e as possibilidades, apesar de difíceis de fazer e difíceis de alcançar, sempre permanecem, pois elas estão nos alcances mais distantes; ilimitados.

E dentro de cada um desses reinos, as escolhas, apesar de difíceis, dão-se a possibilidade de permitir a percepção: a percepção de estar mais próximo ou mais distante do momento da sua Criação.

Em algum lugar entre os alcances mais distantes e mais próximos do ponto de esquecimento “existiu” um reino em que algumas das formas de vida intrinsecamente escolheram permanecer com uma percepção de estar “mais distante” do momento de sua Criação, optando por ter pequena ou nenhuma percepção de quem elas eram ou da Fonte de toda a Criação de onde elas vieram.

Sim, escolhendo acreditar que “ciência” era o jogo para elas, a ciência se tornou sua “religião.”

Elas puseram toda a determinação na sua ciência tentando encontrar meios novos de fazer tudo, utilizando somente coisas materiais que elas mesmas (ou que elas pensavam que) criaram.

Nós etiquetaremos este reino como a 4ª Dimensão.

Agora, como um fato da questão, estes “Cientistas” não eram as únicas Almas existindo na 4ª Dimensão.

Outras civilizações – “raças”, poderemos denominar assim – também existiam ricamente diversificadas em suas percepções de “ser”, mas nenhuma tão determinada em seus empreendimentos científicos como aquelas mencionadas acima.

Os “Cientistas”, sempre à procura de mais territórios para se expandir e de modos como explorá-los em nome de suas ciências, um dia acabaram tropeçando em um conceito que era novo para eles: a interdimensionalidade.

Fantástico!

Uma direção nova, em todas as direções em que eles poderiam se expandir.

Para todas as intenções e propósitos, as possibilidades para eles pareciam estar assumindo o mesmo caráter ilimitado que elas tinham para aqueles que optaram permanecer mais perto da Fonte de sua Criação, até mesmo se somente dentro do seu atual reino de conhecimento!

E assim os “Cientistas” começaram a tentar achar meios de acessar estas outras dimensões.

Tendo a ideia de que eles deveriam experimentar um modo mais avançado de ser, eles optaram por abrir caminho para a próxima dimensão superior à sua própria dimensão, acreditando que os recursos seriam muito melhores e capazes de facilitar sua pesquisa científica.

Eles tentaram inúmeras vezes e falharam, mas nunca puderam entender por que – por que em toda tentativa de viajar por aquele próximo reino superior, aqueles que iam nunca voltavam, ou quando voltavam, eles praticamente tinham se desintegrado totalmente, quase como se eles tivessem entrado em combustão?

Claro, aqueles que nunca voltaram, na destruição de seus corpos físicos, que foi o resultado de tentar obter acesso a uma dimensão superior onde a vibração era muito mais rápida e que, sem preparação adequada, o corpo físico simplesmente “queima”, descobriram que, na realidade, eles nunca estiveram longe da Fonte, e, de fato, descobriram que sua conexão à Fonte – vamos chamá-la de Espírito – nunca foi cortada; eles eram, sempre foram e sempre seriam inseparáveis da Fonte de sua Criação… e simplesmente foram viver a “vida” em formas novas em outro lugar, fosse onde fosse, qualquer que fosse os caprichos que a sua conexão à Fonte (Espírito) determinasse.

Aqueles deixados para trás na 4ª dimensão, não tendo qualquer conceito de Espírito, nunca compreenderam, embora outras formas de vida tetradimensionais tentassem lhes explicar por que para obter entrada naquela próxima dimensão mais alta era necessário preparar o corpo físico corretamente elevando sua vibração e ter um pouco de compreensão de Espírito.

Eles rejeitaram esse conceito; a ciência deles era tudo em que eles podiam acreditar na ocasião.

Com o passar do tempo, grupos pequenos romperam com o grupo maior de Cientistas, adotando um caminho mais Espiritual e finalmente elevaram suas vibrações o suficiente para fazer a viagem para aquela próxima dimensão mais alta onde, como qualquer forma de vida que recupera sua percepção semelhante a Deus do “eu” faz, eles floresceram dentre um jardim de possibilidade Criativa ilimitada.

Mas os "Cientistas” ficaram para trás, ainda à procura de mais recursos para explorar.

Desde que foi julgado “impossível subir” para a próxima dimensão mais alta, uma decisão foi tomada de tentar um “passo abaixo” para a próxima dimensão "mais baixa" - eles não tinham nada a perder, pois nesta época os seus recursos estavam terminando e eles tinham que explorá-los, assim, em sua própria dimensão.

Na realidade, eles tinham gasto os recursos de sua própria dimensão a ponto que a sua própria viabilidade - por uso negligente de suas próprias ciências - estava em questão e a clonagem tinha se tornado um modo de vida, embora eles estavam rapidamente chegando a um ponto sem volta e sem viabilidade na habilidade de eles manterem uma variedade suficiente em sua formação genética para continuar sua espécie como um todo.

Na visão deles, o tempo estava se esgotando.

Infiltrar e saquear a 3ª Dimensão, embora não fosse ótimo e em muitas formas fosse “inferior”, ainda do seu ponto de vista científico superior, eles sentiam que era sua única opção.

Em tempo, eles aprenderam como dar um “passo” para “baixo”, para a vibração mais baixa da 3ª Dimensão e começaram a explorar estas opções.

De uma ponta a outra desse Multiverso dimensional, eles procuraram fontes novas de bens materiais e sortimento genético, realmente não encontrando muito, para o seu desânimo, até que um dia eles se depararam com um pequeno planeta azul, o terceiro a partir da estrela que ele orbitava que era rico em recursos naturais e com uma superabundância de escolhas de "suprimento" genético, do qual escolher para experimentar e injetar material genético novo em seus números sempre decadentes.

Não importa o que mais viria a acontecer, eles tinham que manter suas espécies para proliferar sua pesquisa científica mais importante do que tudo, somente suplantada pela sua necessidade de procriar.

Nós chamaremos a Terra de planeta azul.

Agora aqui eis um lugar abundante de possibilidades para os “Cientistas”.

Eles dispuseram tantas gerações quanto sentiam que eles poderiam dispor, observando de longe, e então a decisão de agir foi tomada e foram enviadas naves de reconhecimento para pousar na superfície e trazer amostras de vários tipos, entre elas estavam amostras genéticas de várias formas nativas de vida.

Mas algo deu errado; de alguma maneira eles tinham calculado mal a densidade, o empuxo gravitacional, a pressão atmosférica e as propriedades eletromagnéticas deste planeta Terra, e antes que eles calculassem tudo, muitas colisões aconteceram – a mais notória delas foi próximo a uma pequena cidade no deserto, num canto do sudeste do estado do Novo México, Estados Unidos de América.

Foram poucos os sobreviventes dessa colisão, mas, dos que sobreviveram, foram enviados comunicados oficiais que detalhavam a situação deles para as naves mãe antes da captura deles, e negociações posteriores com governos da Terra para seu retorno seguro começaram, entretanto, no final das contas, foi determinado que alguns ficariam para estudar a Terra, os Humanos da Terra e os seus recursos mais de perto.

Estes indivíduos são descritos frequentemente como sido mantidos como prisioneiros por Humanos da Terra e interrogados impiedosamente, quando eles trabalharam, na verdade, em total cooperação com os governos da Terra por um bom tempo.

Inicialmente, os "Cientistas" negociaram com os governos da Terra prometendo tecnologias avançadas em troca do retorno seguro de seus camaradas, embora nunca houvesse qualquer real intenção de renunciar seus altamente guardados "segredos" científicos para esta raça inferior de seres (os Humanos da Terra).

Assim eles proporcionaram para os Humanos da Terra uma olhadela nas operações internas de suas máquinas – somente o suficiente para levar os Humanos da Terra a acreditar que eles tinham algum insight e conhecimento verdadeiros.

Quando os Humanos da Terra finalmente entenderam que foram enganados, eles se puseram a trabalhar tentando inverter as sobras de engenharia das naves que tinham colidido e prosperamente obtiveram conhecimento de sistemas de propulsão a bordo dessas naves extraterrestres.

Entretanto, como o sistema do portal interdimensional funcionava permaneceu um mistério.

Mas os Humanos da Terra, que mesmo tendo algumas conexões Espirituais rudimentares à Fonte de suas Criações, também estavam muito ligados e interessados em seus próprios empreendimentos científicos, decidiram tentar fazer uma negociação com os ”extraterrestres”.

Claro que os “extraterrestres” não podiam passar uma coisa segura e pediriam e receberiam em troca de “mais” de sua tecnologia avançada (o que mais uma vez era uma mera olhadela nas operações internas de suas máquinas) mais materiais humanos para teste em que eles poderiam fazer experiências genéticas à procura de um modo de entrelaçar material genético fresco no próprio material genético deles para revitalizar a viabilidade de sua espécie.

Nada do que eles tentaram deu certo, porém e após esgotar o suprimento de sujeitos de teste (cobaias) que tinham sido “fornecidos” a eles, eles optaram por pegar simplesmente mais, sequestrando ao acaso “amostras” da população Humana da Terra sem pedir permissão ou oferecer alguma negociação amigável.

Também foram levadas amostras de outras vidas na Terra em um esforço de tentar achar opções para manter uma seleção bastante limitada de alimentos que os seus corpos poderiam tolerar – os suprimentos de alimentação nesta época começaram a diminuir para eles também.

Poucos da maioria dos Humanos da Terra sabem que seus governos, junto com um grupo muito pequeno de elitistas, estavam conspirando para realizar um tipo de “despovoamento” da Terra para criar uma situação mais facilmente administrada em preparação para certas “mudanças na Terra” vindouras que (aos olhos deles) dizimariam ainda mais a população e criaria o que eles consideravam ser seu próprio “Céu na Terra” onde eles, os mestres, estariam no controle e os poucos que restariam se curvariam de boa vontade a eles em servidão para o resto de suas vidas, confiando neles como seus “guardiões” porque eles não poderiam fazer por si mesmos, visto que pareceria que sem os elitistas tudo retrocederia a um estado pré-tecnológico.

Assim que os extraterrestres, pelos seus próprios meios de reconhecimento de informação, souberam deste plano diabólico, criaram seu próprio plano diabólico em que eles ofereceram ao governo elitista da Terra (nem mesmo sabendo que eles já estavam trabalhando junto com outros extraterrestres tetradimensionais que tinham descoberto a viagem interdimensional e tinham chegado à Terra para pilhar e saquear com éons de antecedência) para ajudar no plano de despovoamento fornecendo organismos transgênicos que eles garantiam que resultaria em morte em massa dos humanos da Terra em troca das vistas grossas dos governos da Terra quanto à sua prática de levar tantas cobaias para testes genéticos quantas eles quisessem.

Tudo foi combinado e posto em ação.

Entretanto havia uma parte da equação com que eles não contavam; os aspectos espirituais e as razões para as mudanças vindouras na Terra que eram a oportunidade para cada uma e todas as coisas vivas na face do Planeta, como também o próprio planeta, de elevar sua vibração o suficiente para ascender e sair da 3ª Dimensão indo para a próxima dimensão mais alta.

Agora, eu quero parar aqui e tomar um momento para trazer à sua atenção que nenhum dedo será apontado aqui para culpar pelo que aconteceu em seguida, pois qualquer coisa que acontece, meramente acontece, e no grande plano das coisas, do ponto de vista da Fonte de Toda a Criação, todas as experiências são bem-vindas e até mesmo necessárias para manter o equilíbrio e a mais alta diversidade possível de experiências para que Fonte se conheça melhor.

E no grande plano das coisas Todos nós em nosso perfeito conhecimento como Fonte encarnada, temos a compreensão desse privilégio de ajudar Fonte a se conhecer melhor, em total Amor e extremo respeito pela Fonte de nossa Criação.

Simplesmente é.

E assim eu desejo ainda mencionar que nas dimensões mais altas, nenhuma percepção de dualidade – “nós contra eles” - pode existir nas vibrações mais altas que elas incluem.

Sempre foi “nós por Todos”.

Eu declaro isto para deixar claro que o que eu declarei até aqui é somente informação, com a intenção de apenas ajudá-los no entendimento do que vocês estão para experienciar em sua própria realidade, NÃO de criar um fosso entre o que vocês já sabem e o que vocês esperam se lembrar, pois vocês estão cada vez mais perto de sua própria Ascensão para dimensões mais altas.

Continuando… enquanto isso, em algum lugar da 4ª Dimensão, os Cientistas ainda trabalhavam arduamente tentando encontrar meios de trazer recursos novos para sua própria experiência, em sua própria dimensão.

Agora eles estavam atentos à riqueza da Terra de 3ª Dimensão, intensamente atentos ao fato de que, para todas as intenções e propósitos, a "versão" da Terra de 4ª Dimensão estava despojada virtualmente de qualquer coisa útil para eles.

Desde que eles entenderam o processo de como descer coisas em vibração e eles ficaram sabendo que a Terra de 3ª Dimensão fora destinada a Ascender em algum ponto, eles decidiram tentar encontrar um modo para “elevar” a Terra de 3ª Dimensão para a 4ª Dimensão antes do planejado para que eles pudessem utilizar os ricos recursos da Terra E o sortimento genético novo para manipular e fazer experiências.

Eles sabiam que se esperassem pelo processo acontecer naturalmente a sua própria viabilidade se esgotaria, resultando na extinção de sua espécie para sempre.

Desde que as experiências genéticas acontecendo na 3ª Dimensão para criar um Extraterrestre/Humano da Terra híbrido e continuar a espécie desse modo até esse ponto eram relativamente malsucedidas, eles realmente viram a prematura “elevação” da vibração da Terra como o seu último recurso.

O que aconteceu em seguida pode ser visto por alguns como trágico, outros podem ver como um ato odioso executado com ostensiva desconsideração pelo Tudo Que É e pela nossa conexão Espiritual à Fonte de Toda a Criação, mas me deixem lembrá-los para não julgar, simplesmente reconhecer isto como informação com a intenção de ajudá-los a mudar sem medo para o seu próximo nível de ser…

Foram feitos e postos em ação planos para acelerar o “tempo” e a vibração da Terra de 3ª Dimensão.

Até mesmo vibrações sonoras foram manipuladas para ajudar a facilitar o processo de “elevação" e prematuramente aumentar a rotação da Merkaba da Terra, o Veículo de Luz Divino, pelo qual a Terra e todos os seus habitantes estariam fazendo a sua Ascensão para a 4ª Dimensão.

O processo ainda estava demorando demais pelas estimativas dos cálculos dos Cientistas Extraterrestres, e assim, medidas que tinham sido guardadas como um “último recurso” foram postas em ação; sendo estas não só tentar “elevar” a vibração da Terra de 3ª Dimensão prematuramente, mas também de dobrar espaço e “tempo” ou “dimensão” ao redor d'Ela para forçar que o processo fosse mais instantâneo.

É aqui que algo deu horrivelmente "errado" (apesar de que eu somente uso esse termo para indicar a severidade do resultado que se seguiu posteriormente).

Pode ser difícil imaginar, mas em vez da Terra se elevar, quase a extensão inteira da 4ª Dimensão baixou.

Como resultado pareceria a qualquer um que entrasse na 4ª Dimensão que não há mais muita coisa nela.

Na realidade poderia se dizer seguramente que certas partes da 4ª Dimensão foram enviadas para o "esquecimento”… que somente é esquecimento do ponto de vista de Todos aqueles que entram nela, especialmente se entrarem em um estado de medo, de que eles não têm a percepção de serem capazes de sair.

Na realidade, sendo que cada um de nós é infinito em nossa sabedoria como Fonte encarnada, se nós entrarmos nela em um estado de Amor Incondicional total, nós sabemos instintivamente que nós não temos que ficar e atravessamos essa “escuridão” bastante facilmente e até instantaneamente, navegando com sucesso de volta às Dimensões Superiores.

A parte delicada aqui está nos corações daqueles que estão indecisos e ficam a meio caminho entre o medo e o Amor.

Como eles perceberiam o seu tempo neste estado de "esquecimento"?

Então, o que tem tudo isso a ver com os eventos atuais na Terra de 3ª Dimensão com respeito à sua Ascensão e de Todos os seus habitantes para as Dimensões Superiores?

Para começar, se vocês alguma vez já se perguntaram por que é que todos estão falando sobre a Ascensão para a 5ª Dimensão e dificilmente, se alguma vez, mencionam a 4ª Dimensão, é porque essencialmente a 4ª Dimensão não está mais lá – ela está, mas não está, se isso fizer sentido.

É do ponto de vista que, sim, na realidade, há um “espaço” para atravessar, mas não há, por causa do fato de que a percepção potencial de alguém viajando por ela seria de um nada absoluto: nenhuma luz, nenhum ar, nenhum movimento – nada.

A única coisa que se PODERIA perceber é sua própria Essência Espiritual, ou Alma.

Mas isso não significa que a 4ª Dimensão não existe, porque pela mesma natureza de ser nada, nós podemos dizer inequivocamente que EXISTE, caso contrário não haveria nenhuma percepção dela.

Então, não há nada com que se preocupar.

Mesmo que ao entrar neste ponto de esquecimento, a percepção possa ser de que não há escolha – nenhuma saída – com preparação adequada, essa percepção pode ser trocada por uma de nenhuma entrada, ou em outras palavras, uma percepção de ter desviado completamente do conjunto dela.

Há muita conversa atualmente sobre os “3 dias de escuridão” que serão experimentados nesta “hora” da Ascensão.

Alguns de nós temos nos referido à escuridão como uma “metáfora” e certamente para alguns que a experimentarem, a escuridão será nada além do que “simbólica.”

Se nós consultarmos os Anciões da Terra das antigas civilizações indígenas, eles determinam que aquilo que a maioria das pessoas, que somente estão preparadas parcialmente neste momento, que são aquelas que ainda abrigam um pouco de medo dentro delas a respeito do que acontecerá, mais provavelmente experimentará algo quase semelhante a três dias de escuridão de “não poder ver a própria mão na frente de seu rosto”.

Mas, novamente, lembrem-se de que esta é SOMENTE uma percepção fundada na falta de entendimento do que está acontecendo (ou medo, em outras palavras).

Alguns que entrarem em medo total poderão optar por retroceder, o que eles poderão fazer, e significaria que eles viveriam o resto de suas vidas naturais na Terra de 3ª Dimensão, repetindo o processo de morte e reencarnação nela ou em outro lugar, se eles assim escolherem, até o tempo em que eles estiverem prontos para fazer a viagem de volta às Dimensões Superiores (lembrem-se de que nós estamos numa linha temporal toda nova até mesmo para lá e acima de onde terminamos como resultado da “experiência fracassada” e assim não haverá nenhum fim catastrófico para a Terra 3D na Ascensão como tinha sido previamente determinado, e assim nenhuma alma será forçada a sair da Terra 3D até estar pronta para sair).

Alguns indubitavelmente entrarão em tal estado de medo que eles poderão se perceber como "presos" no vazio por um período mais longo do que três dias, mas até mesmo eles no fim encontrarão sua saída e voltarão às Dimensões Superiores.

Alguns podem experimentar somente uma rápida percepção de “escuridão” durando apenas algumas horas.

Outros poderão ter a percepção de ter dormido durante ela, e alguns, que entrarem com os corações mais cheios de Amor do que de medo terão uma experiência como de piscar um olho e emergirão com praticamente nenhuma percepção de qualquer escuridão.

Aqueles que atravessarem da 3ª Dimensão à 5ª Dimensão com os corações totalmente em um estado de Amor Extático Divino não perceberão nenhuma escuridão, tendo compreensão completa de sua natureza infinita e onipotente, sabendo sem sombra de dúvida que não existe tal coisa como “tal coisa”.

Agora, então, talvez vocês possam começar a entender um pouco melhor por que é que nós das Dimensões Superiores, especialmente incluindo aqueles de nós filiados à Federação Galáctica de Luz e ao Comando Ashtar, como também todos os outros membros de suas Famílias Galácticas Estendidas, sempre citamos a obrigação de tentar ajudá-los a sair de um estado de medo e entrar em um estado de Amor.

Esta é a razão principal para estarmos aqui, e apesar de nós estarmos aqui por muitos mais de seus anos terrenos do que vocês talvez possam imaginar, nós sabemos já há muito tempo, sendo nós mesmos mestres do “tempo” e de viagem dimensional, que este “tempo” chegaria e que vocês precisariam de ajuda para elevar o nível de consciência saindo da sua atual sociedade baseada no medo e entrando numa de Amor e Alegria, para que sua passagem pelo portal da 4ª Dimensão para a 5ª seja uma viagem o mais serena possível.

Nossa presença aqui agora foi ponderada grandemente, foi examinada e até criticada por tantos cidadãos da Terra, e em muitos casos somente uma compreensão parcial foi atingida através de mensagens canalizadas que são publicadas.

É nossa sincera esperança que com a entrega desta mensagem em particular, embora o documento seja mais longo do que a maioria, vocês entendam mais completamente por que é que nós desejamos estabelecer contato formal com vocês: trazer-lhes tranquilidade para viver e modos de ver e tratar uns aos outros com Amor e Compaixão para facilitar esta transição o máximo possível.

Em nome de Todas as Nações Estelares que atualmente cercam o Planeta Terra, junto com a Federação Galáctica de Luz e o Comando Ashtar, Eu SOU o Arcanjo Miguel, encarnado como Ashtar Sheran, e é uma honra e um prazer estar a serviço de Toda a Humanidade!



Mensagem original recebida diretamente por e-mail
Como sempre, Ariel DeAngelis nos brindou com sua colaboração na revisão da tradução.
Tradução: SINTESE para os Blogs De Coração a Coração e Sintese
http://stelalecocq.blogspot.com/
http://blogsintese.blogspot.com/ 

Senhor JAVé, então posso acreditar que a quarta dimensão foi destruída mas esta lá vazia?
Ninguém quer te enganar Marcio.
Mesmo que eu explique para você, você não entenderia.
O que posso te dizer é que ninguém quer ir para quarta dimensão.
Porque lá existe algo muito difícil de ser aceito por vocês.
Ao que me refiro é que lá se fez a muito tempo uma experiência horrorosa que lamentavelmente destruiu a possibilidade de vida nesta dimensão.
Senhor JAVé, teremos que passar pela quarta dimensão para ir a quinta dimensão?
Nem sempre será assim, mas amanha já teremos feito contato com vocês e terminaremos de explicar todos estes assuntos com vocês.
Vivam felizes por enquanto nesta dimensão.
Sejam bons filhos que serei sempre bom Pai.
Obrigado Senhor.
Assim que se fala Marcio.
JAVé
...
..
.
E quando será que vamos fazer esta passagem?
Yave
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Encontrei esta mensagem aqui nas postagens de Márcio (YAVE) no fórum webnaluz. Reparem na resposta de JAVe . 
 


Historial de mensagens de Marcio:

UM ET CHAMADO WLADIMIR FALA SOBRE A VOLTA DE CRISTO 

- Márcio no Fórum Ascensão

No Antigo Fórum Ascensão

No Novo Fórum Ascensão

No Google:
http://a.volta.de.cristo.googlepages.com/





Nova fonte de mensagens de JAVé: 

http://webnaluz.forumbom.com/t77-mensagens-de-jave
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28.1.12

O Livro dos Uranianos - Fabio Del Santoro

O livro dos Uranianos

Pode ler o livro aqui:

245. Geneticamente falando, qual a semelhança encontrada entre um cetáceo que habita a Terra e um uraniano?Somos muito distantes geneticamente dos cetáceos da Terra, apesar de sermos parentes genéticos, porque os Muwwus, nossos criadores são também parentes distantes dos cetáceos da Terra. Por Vitzo em “O Livro dos Uranianos”

21. Os nossos golfinhos são seres muito amáveis e gentis. Dá para sentir que são superiores a muitos humanos. Essas características são próprias deles ou algo tem a ver com vocês, uranianos? Somos primos distantes dos golfinhos assim como os humanos são primos não tão distantes assim dos primatas. O elo de ligação entre os cetáceos da Terra e o povo de Muwwu, que foram os criadores do planeta urano é a mesma, pois possuem em seus genes semelhanças com os uranianos. Mas eu diria que os cetáceos da Terra ainda estão em processo evolutivo rudimentar e por isso habitam a terceira dimensão. Por Tunia em “O  Livro dos Uranianos”

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Mais endereços a pesquisar


http://youtu.be/EvFng8-zOYg


Uranianos- Primeiro Contato - Palestra Fabio Del Santoro - 2008


http://www.youtube.com/user/Fabiodelsantoro/videos


Fabio Del Santoro com uraniana Tunia



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Mais uma das muitas peças do quebra cabeças para analisar, pesquisar e observar muito bem. Continuamos nossos garimpos.


Pensamentos de Omraam Mikhael Aivanhov,



"Quem não conhece o mandamento dado por Jesus: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo»? Embora se considere que ele é difícil de pôr em prática, em geral crê-se que é fácil de compreender. Mas eu pergunto-vos: como é que as pessoas se amam a si mesmas? Elas cometem excessos de todo o tipo, maltratam o seu estômago, os seus pulmões, o seu coração, o seu cérebro… Se se perguntasse a todos esses órgãos o que eles pensam do amor dos humanos, eles falar-vos-iam dos seus sofrimentos e do seu descontentamento.
O ser humano esquece muitas vezes que o seu corpo físico representa toda uma população, milhões de células com funções bem definidas: existem soldados, médicos, ministros, arquitetos, bispos, farmacêuticos… exatamente como na sociedade. E o homem, que é o rei desse povo, não se preocupa muito com ele; por isso as suas células queixam-se continuamente desse rei injusto, ignorante, preguiçoso, que as alimenta mal e as deixa sem luz, sem calor, sem ar puro. Então, que amor pode ele ter pelos outros se se ama tão mal a si próprio?"



Para consultar no site das Edições Prosveta o pensamento do dia paginado, 
assim como as outras obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com.

27.1.12

O Ajustador e a Alma -O Livro de Urântia

 

O Livro de Urântia

Documento 111

O Ajustador e a Alma


(1215.1)
111:0.1 A PRESENÇA do Ajustador divino na mente humana torna para sempre impossível, tanto para a ciência quanto para a filosofia, atingir uma compreensão satisfatória da alma em evolução da personalidade humana. A alma moroncial é uma criança do universo e apenas pode ser realmente conhecida por meio do discernimento cósmico e da descoberta espiritual.

(1215.2) 111:0.2 O conceito da alma e de um espírito residente não é novo em Urântia; tem surgido freqüentemente nos vários sistemas de crenças planetárias. Muitas das fés orientais, bem como algumas entre as ocidentais, perceberam que o homem é divino na sua linhagem, bem como humano pela hereditariedade. O sentimento da presença interior, acrescentado à onipresença externa da Deidade, há muito constitui uma parte de muitas das religiões urantianas. Os homens têm acreditado, há muito tempo, que existe algo crescendo dentro da natureza humana, algo vital, que está destinado a perdurar além do curto período da vida temporal.

(1215.3) 111:0.3 Antes que o homem houvesse compreendido que a sua alma em evolução tinha a paternidade de um espírito divino, julgou-se que ela residia em diferentes órgãos físicos — nos olhos, fígado, rins, coração e, posteriormente, no cérebro. Os selvagens associavam a alma ao sangue, à respiração, às sombras e aos reflexos do seu eu na água.

(1215.4) 111:0.4 Na concepção do atman, os mestres hindus realmente se aproximaram de uma avaliação da natureza e da presença do Ajustador, mas falharam, por não distinguirem a co-presença da alma em evolução, potencialmente imortal. Os chineses, contudo, reconheceram dois aspectos num ser humano, o yang e o yin, a alma e o espírito. Os egípcios e muitas tribos africanas também acreditavam em dois fatores, o ka e o ba; e não acreditavam geralmente que a alma fosse preexistente, apenas o espírito.

(1215.5) 111:0.5 Os habitantes do vale do Nilo acreditavam que todo indivíduo favorecido havia recebido, no nascimento, ou pouco depois, um espírito protetor a que chamavam ka. Eles ensinavam que esse espírito guardião permanecia com o sujeito mortal ao longo da vida e que passava, antes dele, para o estado futuro. Nas paredes de um templo em Luxor, onde está ilustrado o nascimento de Amenhotep III, o pequeno príncipe está retratado nos braços do deus do Nilo e, próximo a ele, está uma outra criança, idêntica ao príncipe na aparência, que é o símbolo daquela entidade a que os egípcios chamavam ka. Essa escultura foi terminada no décimo quinto século antes de Cristo.

(1215.6) 111:0.6 Julgava-se que o ka era um gênio de espírito superior, que desejava guiar o mortal ligado a ele por caminhos melhores na vida temporal; porém, mais especialmente, que ele desejava influenciar a sorte do sujeito humano na próxima vida. Quando um egípcio desse período morria, era esperado que o seu ka estivesse aguardando por ele do outro lado do Grande Rio. A princípio, supunha-se que apenas os reis tivessem kas, mas, afinal, acreditou-se que todos os homens retos possuíam-nos. Um governante egípcio, falando do ka dentro do seu coração, disse: “Eu não desconsiderei o que ele me disse; eu temia transgredir os seus guiamentos. Por isso, progredi grandemente; e, assim, tive êxito em conseqüência do que ele me levou a fazer; fui distinguido com os seus guiamentos”. Muitos acreditavam que o ka era “um oráculo de Deus dentro de todos”. Muitos acreditavam que iriam “passar à eternidade com alegria no coração, sob os favores do Deus que está dentro deles”.

(1216.1) 111:0.7 Cada raça de mortais evolutivos de Urântia tem uma palavra equivalente ao conceito de alma. Muitos povos primitivos acreditavam que a alma olhava para o mundo por meio dos olhos dos homens; portanto, de forma tão profunda, temiam a malevolência do mau-olhado. Por muito tempo, acreditaram que “o espírito do homem é a lâmpada do Senhor”. O Rig-Veda diz: “a minha mente fala ao meu coração”. 

1. A Mente, Arena da Escolha

(1216.2) 111:1.1 Embora o trabalho dos Ajustadores seja espiritual, na sua natureza, devem eles, forçosamente, efetuar todo o seu trabalho com base no intelecto. A mente é o solo humano a partir do qual o Monitor espiritual deve fazer a alma moroncial evoluir, em cooperação com a personalidade residida por ele.

(1216.3) 111:1.2 Há uma unidade cósmica nos sete níveis da mente do universo dos universos. Os eus intelectuais têm a sua origem na mente cósmica, tal como as nebulosas têm origem nas energias cósmicas do espaço universal. No nível humano (e, portanto, pessoal) dos eus intelectuais, o potencial de evolução espiritual torna-se dominante, com o consentimento da mente mortal, por causa dos dons espirituais da personalidade humana, junto com a presença criativa de uma entidade de valor absoluto nesses eus humanos. Contudo, essa predominância do espírito sobre a mente material é condicionada por duas experiências: essa mente deve ter evoluído a partir do ministério dos sete espíritos ajudantes da mente; e o eu material (pessoal) deve escolher cooperar com o Ajustador residente, criando e fomentando o eu moroncial, ou seja, a alma evolucionária potencialmente imortal.

(1216.4) 111:1.3 A mente material é a arena dentro da qual as personalidades humanas vivem, são autoconscientes, tomam decisões e escolhem a Deus ou abandonam-No, eternizam-se ou destroem a si próprias.

(1216.5) 111:1.4 A evolução material proveu-vos com uma máquina de vida, o vosso corpo; o Pai, Ele próprio, dotou-vos com uma realidade espiritual, a mais pura conhecida no universo: o vosso Ajustador do Pensamento. No entanto, nas vossas mãos, foi-vos dada uma mente, sujeita às vossas próprias decisões, e é por meio dessa mente que vós viveis ou morreis. É dentro dessa mente e com essa mente que vós tomais as decisões morais que vos capacitam a alcançar a semelhança com o Ajustador, que é a semelhança com Deus. 

(1216.6) 111:1.5 A mente mortal é um sistema de intelecto temporário, cedido por empréstimo aos seres humanos, para uso durante o período da vida material; e, da forma pela qual usam essa mente, estão aceitando ou rejeitando o potencial de existência eterna. A mente é praticamente tudo o que vós tendes da realidade do universo, que é submissível à vossa vontade; e a alma — o eu moroncial — irá retratar fielmente a colheita das decisões temporais que o eu mortal está fazendo. A consciência humana repousa gentilmente sobre o mecanismo eletroquímico abaixo; e delicadamente toca o sistema de energia espiritual-moroncial acima. De nenhum desses dois sistemas, o ser humano encontra-se completamente consciente durante a sua vida mortal; portanto, ele deve trabalhar com a mente, da qual é consciente. E não é tanto o que a mente compreende, mas, sim, o que a mente deseja compreender, que assegura a sobrevivência; não é tanto o que a mente é que se constitui na identificação com o espírito, mas o que a mente está tentando ser. E não é tanto o fato de que o homem seja consciente de Deus que o leva a ascender no universo, mas o fato de que ele aspira a Deus. O que vós sois hoje não é tão importante quanto aquilo em que vos estais tornando dia a dia e na eternidade.

(1217.1) 111:1.6 A mente é o instrumento cósmico no qual a vontade humana pode tocar as dissonâncias da destruição, ou no qual essa mesma vontade humana pode trazer o tom das melodias sutis de identificação com Deus e da conseqüente sobrevivência eterna. O Ajustador, outorgado como dádiva ao homem, em última análise, é impermeável ao mal e incapaz do pecado; mas a mente mortal pode, na verdade, ser torcida e distorcida, e transformar-se no mal e no horrendo por meio de maquinações pecaminosas de uma vontade humana perversa e egoísta. Da mesma forma pode, essa mente, tornar-se nobre, bela, verdadeira e boa — e grande, na verdade — , de acordo com a vontade iluminada pelo espírito de um ser humano sabedor de Deus.

(1217.2) 111:1.7 A mente evolucionária é plenamente estável e confiável apenas quando se manifesta nos dois extremos da intelectualidade cósmica — o inteiramente mecanizado e o plenamente espiritualizado. Entre os extremos intelectuais do puro controle mecânico e da verdadeira natureza espiritual, é que se interpõe aquele enorme grupo de mentes em ascensão e em evolução, cuja estabilidade e tranqüilidade dependem da escolha da personalidade e da identificação com o espírito.

(1217.3) 111:1.8 No entanto, o homem não deixa a sua vontade capitular passivamente, de forma escrava, ante o seu Ajustador. Antes ele escolhe, muito mais ativa, positiva e cooperativamente, seguir a orientação do Ajustador, quando e naquilo em que essa orientação difere dos desejos e impulsos da mente mortal natural. Os Ajustadores manipulam, mas nunca dominam a mente do homem contra a vontade dele; para os Ajustadores, a vontade humana é suprema. E assim consideram-na e respeitam-na em sua luta para realizar as metas espirituais de ajustamento dos pensamentos e de transformação do caráter, na arena quase sem limites do intelecto humano em evolução.

(1217.4) 111:1.9 A mente é a vossa embarcação, o Ajustador é o vosso piloto, a vontade humana é o capitão. O mestre desse barco mortal deveria ter a sabedoria de confiar no piloto divino, para guiar a alma em ascensão até os portos moronciais da sobrevivência eterna. Somente por egoísmo, por preguiça e por pecado pode a vontade do homem rejeitar o guiamento desse piloto que age por amor e, finalmente, fazer naufragar a carreira mortal contra os arrecifes malévolos da misericórdia rejeitada e contra os rochedos submersos do pecado. Com o vosso consentimento, esse piloto fiel carregar-vos-á a salvo, por entre as barreiras do tempo e, apesar dos obstáculos do espaço, até a fonte mesma da mente divina, e mesmo adiante, até o Pai do Paraíso dos Ajustadores.

2. A Natureza da Alma

(1217.5) 111:2.1 Nas funções mentais da inteligência cósmica, a totalidade da mente predomina sobre as partes de função intelectual. Na sua essência, a mente é uma unidade funcional; portanto, a mente nunca falha em manifestar essa unidade constitutiva, mesmo quando tolhida ou impedida pelas ações e escolhas pouco sábias de um eu mal conduzido. E essa unidade de mente procura invariavelmente a coordenação do espírito, em todos os níveis de associações com os eus de dignidade volitiva e de prerrogativas ascensionais.

(1217.6) 111:2.2 A mente material do homem mortal é o tear cósmico em que se embasam os tecidos moronciais, sobre os quais o Ajustador do Pensamento residente tece os modelos espirituais de um caráter universal, que tem os valores permanentes e as significações divinas — uma alma sobrevivente, de destino último, com uma carreira infindável; um finalitor em potencial.

(1218.1) 111:2.3 A personalidade humana é identificada com a mente e o espírito, mantidos juntos pela vida, numa relação funcional, num corpo material. Essa relação de funcionamento entre a mente e o espírito não resulta em nenhuma combinação das qualidades ou atributos da mente e do espírito, mas resulta, antes, em um valor universal, de duração eterna, inteiramente original, novo e único, a alma.
 
(1218.2) 111:2.4 Há três fatores, e não dois, na criação evolucionária de uma alma imortal. Esses três antecedentes da alma humana moroncial são:
(1218.3) 111:2.5 1. A mente humana e todas as influências cósmicas, antecedentes a ela e que se impingem sobre ela.


(1218.4) 111:2.6 2. O espírito divino, residente nessa mente humana, e todos os potenciais inerentes a esse fragmento de espiritualidade absoluta, junto com todas as múltiplas influências e fatores espirituais na vida humana.


(1218.5) 111:2.7 3. A relação entre a mente material e o espírito divino, que conota um valor e carrega um significado não encontrável em nenhum dos fatores que contribuem para essa associação. A realidade dessa relação única não é nem material nem espiritual, mas moroncial. É a alma.


(1218.6) 111:2.8 As criaturas intermediárias denominaram, há muito, essa alma humana em evolução, de mente intermediária, para distingui-la da mente mais baixa, ou material, e da mente mais alta, ou cósmica. Essa mente intermediária é realmente um fenômeno moroncial, já que existe no reino entre o material e o espiritual. O potencial dessa evolução moroncial é inerente aos dois impulsos universais da mente: o impulso da mente finita da criatura, para conhecer a Deus e alcançar a divindade do Criador, e o impulso da mente infinita do Criador, para conhecer o homem e alcançar a experiência da criatura.

(1218.7) 111:2.9 Essa transação superna de evolução da alma imortal torna-se possível pois a mente mortal é, em primeiro lugar, pessoal e, em segundo lugar, porque está em contato com as realidades supra-animais; ela possui um dom supramaterial de ministração cósmica, que assegura a evolução de uma natureza moral capaz de tomar decisões morais, efetuando, por meio disso, um contato criativo, da mais plena boa-fé, com as ministrações espirituais interativas e com o Ajustador do Pensamento residente.

(1218.8) 111:2.10 O resultado inevitável dessa espiritualização contatual da mente humana é o nascimento gradual de uma alma, fruto nascido de uma mente ajudante, dominada pela vontade humana que almeja conhecer a Deus, trabalhando em ligação com as forças espirituais do universo que estão sob o supercontole de um fragmento real do próprio Deus de toda a criação — o Monitor Misterioso. E, assim, a realidade mortal e material do eu transcende às limitações temporais da máquina da vida física e alcança uma nova expressão e uma nova identificação, no veículo em evolução, para a continuidade do eu: a alma moroncial imortal. 

3. A Alma em Evolução

(1218.9) 111:3.1 Os enganos da mente mortal e os erros da conduta humana podem atrasar, de forma intensa, a evolução da alma, embora não possam inibir tal fenômeno moroncial, uma vez iniciado pelo Ajustador residente, com o consentimento da vontade da criatura. Entretanto, a qualquer momento, antes da morte física, essa mesma vontade humana e material tem o poder de romper com essa escolha e rejeitar a sobrevivência. Mesmo após a sobrevivência, o mortal ascendente ainda detém essa prerrogativa de escolher rejeitar a vida eterna; a qualquer tempo, antes da fusão com o Ajustador, a criatura ascendente e em evolução pode escolher abandonar a vontade do Pai do Paraíso. A fusão com o Ajustador assinala o fato de que o mortal ascendente escolheu, eternamente e sem reservas, cumprir o desejo do Pai.

(1219.1) 111:3.2 Durante a vida na carne, a alma em evolução está capacitada a reforçar as decisões supramateriais da mente mortal. A alma, sendo supramaterial, não funciona por si mesma no nível material da experiência humana. Nem pode essa alma subespiritual, sem a colaboração de algum espírito da Deidade, como o Ajustador, por exemplo, funcionar acima do nível moroncial. A alma também não toma decisões finais, até que a morte ou o translado a separe da ligação material com a mente mortal; exceto quando essa mente material delegar, e da forma que delegar, tal autoridade, de livre e espontânea vontade, a essa alma moroncial de função interligada. Durante a vida, a vontade mortal, ou o poder de escolha-decisão da personalidade, reside nos circuitos da mente material; à medida que o crescimento mortal terrestre continua, esse eu, com os seus inestimáveis poderes de escolha, torna-se crescentemente identificado com a entidade da alma moroncial emergente; após a morte, e em seguida à ressurreição, nos mundos das mansões, a personalidade humana identifica-se completamente com o eu moroncial. A alma é, assim, o embrião do futuro veículo moroncial de identidade da personalidade.

(1219.2) 111:3.3 Essa alma imortal, de início, é inteiramente moroncial na sua natureza, mas tem uma tal capacidade para o desenvolvimento, que invariavelmente ascende até os níveis verdadeiros do espírito nos valores para a fusão com os espíritos da Deidade; geralmente, com o mesmo espírito do Pai Universal, que iniciou esse fenômeno de criação na mente da criatura.

(1219.3) 111:3.4 Ambos, a mente humana e o Ajustador divino, estão conscientes da presença e da natureza diferencial da alma em evolução: o Ajustador, inteiramente; a mente, parcialmente. A alma torna-se cada vez mais cônscia, tanto da mente quanto do Ajustador, como identidades relacionadas, proporcionalmente, ao seu próprio crescimento evolucionário. A alma compartilha das qualidades, tanto da mente humana quanto do espírito divino, mas evolui, persistentemente, na direção de um aumento do controle do espírito e do predomínio do divino, por meio da ação de fomentar uma função da mente, cujos significados tentam coordenar-se com os verdadeiros valores do espírito.

(1219.4) 111:3.5 Na carreira mortal, a evolução da alma não é tanto uma provação, é mais uma educação. A fé na sobrevivência dos valores supremos é o cerne do ato religioso; a experiência religiosa genuína consiste na união dos valores supremos e dos significados cósmicos na compreensão da realidade universal.

(1219.5) 111:3.6 A mente conhece a quantidade, a realidade e os significados. Contudo, a qualidade — os valores — é sentida. Quem sente é a criação mútua da mente, que conhece, e do espírito solidário, que a torna real.

(1219.6) 111:3.7 Na mesma medida que a alma moroncial em evolução se torna permeada pela verdade, pela beleza e pela bondade, como valores da realização e compreensão da consciência de Deus, esse ser resultante torna-se indestrutível. Se não há sobrevivência de valores eternos na alma em evolução do homem, então a existência mortal não tem sentido, e a vida, em si mesma, é uma ilusão trágica. Todavia, para sempre é verdade: aquilo que começais no tempo, com certeza, ireis terminar na eternidade — se valer a pena terminar.

4. A Vida Interior

(1219.7) 111:4.1 O reconhecimento é o processo intelectual de adequar as impressões sensoriais recebidas do mundo externo aos padrões de memória do indivíduo. A compreensão denota que essas impressões sensoriais reconhecidas e os seus padrões de memória associados tornaram-se integrados ou organizados numa rede dinâmica de princípios.

(1220.1) 111:4.2 Os significados são derivados de uma combinação de reconhecimento e de compreensão. Os significados são inexistentes, num mundo unicamente sensorial ou material. Os significados e os valores são percebidos apenas nas esferas internas ou supramateriais da experiência humana.

(1220.2) 111:4.3 Os avanços da verdadeira civilização nascem todos nesse mundo interior da humanidade. Apenas a vida interior é verdadeiramente criativa. A civilização dificilmente pode progredir quando a maioria dos jovens de qualquer geração devota os seus interesses e energias às buscas materialistas do mundo sensorial ou exterior.

(1220.3) 111:4.4 O mundo interior e o mundo exterior têm um conjunto diferente de valores. Qualquer civilização está em perigo, quando três quartos da sua juventude aderem a profissões materialistas e devotam-se à busca de atividades sensoriais no mundo exterior. A civilização está em perigo, quando a juventude negligencia o seu interesse pela ética, a sociologia, a eugenia, a filosofia, as artes, a religião e a cosmologia. 

(1220.4) 111:4.5 Apenas nos níveis mais elevados da mente supraconsciente, à medida que esses níveis impõem-se ao Reino espiritual da experiência humana, podereis encontrar esses conceitos mais elevados, relacionados a modelos originais efetivos, que irão contribuir para a construção de uma civilização melhor e mais duradoura. A personalidade é, inerentemente, criativa; mas funciona como tal apenas na vida interior do indivíduo.

(1220.5) 111:4.6 Os cristais de neve são sempre hexagonais, na forma; mas nunca dois deles são iguais. As crianças correspondem a tipos, mas não há duas exatamente iguais, mesmo no caso de gêmeos. A personalidade tem tipos, mas é sempre única.

(1220.6) 111:4.7 A felicidade e a alegria têm origem na vida interior. Vós não podeis experimentar o regozijo verdadeiro completamente a sós. Uma vida solitária é fatal para a felicidade. Até mesmo as famílias e as nações desfrutarão mais da vida, se a compartilharem com os outros.

(1220.7) 111:4.8 Vós não podeis controlar completamente o mundo externo — o meio ambiente. É a criatividade do mundo interior que deve estar mais sob o foco da vossa direção, pois para ela a vossa personalidade está amplamente liberada das algemas das leis da causação antecedente. Associada à personalidade, há uma soberania limitada da vontade.

(1220.8) 111:4.9 Posto que a vida interior do homem seja verdadeiramente criativa, a responsabilidade de escolher se essa criatividade será espontânea e totalmente aleatória, ou se será controlada, dirigida e construtiva, cabe a cada pessoa. Como pode uma imaginação criativa produzir filhos dignos, quando o cenário onde funciona já está preenchido com preconceitos, ódio, medos, ressentimentos, vinganças e fanatismo?

(1220.9) 111:4.10 As idéias podem ter origem nos estímulos do mundo exterior, mas os ideais nascem apenas nos reinos criadores do mundo interior. Hoje, as nações do mundo estão sendo dirigidas por homens que têm uma superabundância de idéias, mas grande pobreza de ideais. Essa é a explicação para a pobreza, o divórcio, a guerra e os ódios raciais.

(1220.10) 111:4.11 Esta é a questão: se o homem, que tem o livre-arbítrio, é dotado dos poderes da criatividade, vindos do seu mundo interior, então devemos reconhecer que a criação, no livre-arbítrio, abrange também o potencial de escolha na destrutividade. E quando a criatividade volta-se para a destrutividade, estareis face a face com a devastação do mal e do pecado — a opressão, a guerra e a destruição. O mal é uma parcialidade da criatividade, que tende para a desintegração e a destruição final. Todo conflito é em si um mal, pelo que inibe da função criadora da vida interior — é uma espécie de guerra civil na personalidade.

(1221.1) 111:4.12 A criatividade interior contribui para o enobrecimento do caráter, mediante a integração da personalidade e da unificação do eu. É sempre verdade: o passado é imutável; apenas o futuro pode ser modificado pelo ministério da criatividade presente do eu interno.

5. A Consagração da Escolha

(1221.2) 111:5.1 Fazer a vontade de Deus é nada mais, nada menos do que uma demonstração da vontade da criatura de compartilhar a sua vida interior com Deus — com o mesmo Deus que tornou possível, para essa criatura, uma vida de valor com significado interior. Compartilhar é da natureza de Deus — é divino. Deus compartilha tudo com o Filho Eterno e com o Espírito Infinito, enquanto Estes, por sua vez, compartilham todas as coisas com os Filhos Criadores divinos e com as Filhas, os Espíritos Maternos dos universos.

(1221.3) 111:5.2 A imitação de Deus é a chave da perfeição; fazer a Sua vontade é o segredo da sobrevivência e da perfeição na sobrevivência.

(1221.4) 111:5.3 Os mortais vivem em Deus e, portanto, Deus tem querido viver nos mortais. Assim como os mortais se confiam a Deus, Ele também confiou — e antes — uma parte Dele próprio, para que ficasse dentro dos homens; Ele consentiu em viver nos homens e residir nos homens, sujeitando-Se à vontade humana. 

(1221.5) 111:5.4 A paz nesta vida, a sobrevivência na morte, a perfeição na próxima vida, o serviço na eternidade: tudo isso é realizado (em espírito) desde agora, quando a personalidade da criatura consente — escolhe — sujeitar a sua vontade de criatura à vontade do Pai. Pois o Pai já escolheu fazer com que um fragmento de Si próprio se sujeite à vontade da personalidade da criatura.

(1221.6) 111:5.5 Tal escolha da criatura não é uma rendição da sua vontade. É uma consagração da vontade, uma expansão da vontade, uma glorificação da vontade, um perfeccionamento da vontade; e tal escolha eleva a vontade da criatura do nível da significância temporal ao estado mais elevado, em que a personalidade do filho-criatura comunga com a personalidade do Pai-espírito.

(1221.7) 111:5.6 Essa escolha da vontade do Pai é o achado espiritual que o homem mortal tem, para ir ao encontro do Pai espiritual, ainda que idades no tempo devam passar antes que o filho-criatura possa de fato chegar à presença factual do Pai do Paraíso. Essa escolha não consiste tanto na negação da vontade da criatura — “Não a minha vontade, mas a Vossa, seja feita” — quanto consiste na afirmação positiva da criatura: “É da minha vontade que a Vossa vontade seja feita”. E se essa escolha é feita, mais cedo ou mais tarde, o filho que optou por escolher Deus irá encontrar a união interna (a fusão) com o fragmento residente de Deus, enquanto esse mesmo filho em perfeccionamento encontrará a suprema satisfação para a personalidade, na comunhão de adoração entre a personalidade do homem e a personalidade do seu Criador; duas personalidades cujos atributos criativos juntaram-se eternamente, numa mutualidade de expressão voluntária — para o nascimento de uma outra parceria eterna da vontade do homem com a vontade de Deus.

6. O Paradoxo Humano

(1221.8) 111:6.1 Muitos dos problemas temporais do homem mortal advêm da sua relação dupla com o cosmo. O homem é parte da natureza — existe na natureza — e, ao mesmo tempo, é capaz de transcender à natureza. O homem é finito; todavia, no seu interior reside uma faísca da infinitude. E essa situação dual proporciona não apenas um potencial para o mal, mas também engendra muitas situações sociais e morais carregadas de grande incerteza e de uma ansiedade considerável. 

(1222.1) 111:6.2 A coragem requerida para efetivar a conquista da natureza e para transcender ao próprio eu é uma coragem que poderia sucumbir diante das tentações do orgulho de si próprio. O mortal que pode transcender a si próprio poderia render-se à tentação de deificar a sua própria autoconsciência. O dilema mortal consiste no fato duplo de que o homem está atrelado à natureza, enquanto, ao mesmo tempo, possui uma liberdade única — a liberdade da escolha e ação espirituais. Nos níveis materiais, o homem encontra-se em estado de subserviência à natureza, enquanto, nos níveis espirituais, ele é triunfante sobre a natureza e sobre todas as coisas temporais e finitas. Tal paradoxo é inseparável da tentação, do mal potencial e erros decisórios; e, quando o ego torna-se orgulhoso e arrogante, o pecado pode evoluir.

(1222.2) 111:6.3 O problema do pecado não existe por si só no mundo finito. O fato da finitude não é mau, nem pecaminoso. O mundo finito foi feito por um Criador infinito — é a obra da mão dos Seus Filhos divinos — e, portanto, deve ser bom. É o uso errôneo, a distorção e a deturpação do finito que dão origem ao mal e ao pecado.

(1222.3) 111:6.4 O espírito pode dominar a mente; e assim, pois, a mente pode controlar a energia. Contudo, a mente só pode controlar a energia por meio da própria manipulação inteligente dos potenciais metamórficos inerentes ao nível matemático das causas e efeitos, nos domínios físicos. A mente da criatura não controla a energia inerentemente; essa é uma prerrogativa da Deidade. Todavia, a mente da criatura pode manipular a energia; e faz isso, na medida em que se torna mestra nos segredos da energia do universo físico.

(1222.4) 111:6.5 Quando o homem quer modificar a realidade física, seja nele mesmo ou no meio ambiente, ele tem êxito apenas na proporção em que haja descoberto os modos e os meios de controlar a matéria e dirigir a energia. A mente sem assistência é impotente para influir sobre o mundo material, exceto sobre o próprio mecanismo físico ao qual ela está inseparavelmente vinculada. No entanto, pelo uso inteligente do mecanismo do corpo, a mente pode criar outros mecanismos e mesmo relações energéticas e relações vivas, com a utilização das quais essa mente pode controlar crescentemente e até dominar o seu nível físico no universo.

(1222.5) 111:6.6 A ciência é a fonte dos fatos, e a mente não pode operar sem fatos. Os fatos estão edificando blocos, na construção da sabedoria, que vão sendo cimentados um ao lado do outro na experiência da vida. O homem pode alcançar o amor de Deus sem fatos, e pode descobrir as leis de Deus sem amor; mas o homem não pode começar a apreciar a simetria infinita, a harmonia superna, a excelsa plenitude da natureza todo-inclusiva da Primeira Fonte e Centro, sem antes haver encontrado a lei divina e o amor divino e sem antes havê-los experiencialmente unificado na sua própria filosofia evolutiva cósmica. 

(1222.6) 111:6.7 A expansão do conhecimento material permite uma maior apreciação intelectual dos significados das idéias e dos valores dos ideais. Um ser humano pode encontrar a verdade na sua experiência interior, mas ele necessita de um conhecimento claro dos fatos para aplicar a sua descoberta pessoal da verdade às demandas implacavelmente práticas da vida diária.

(1222.7) 111:6.8 Nada é mais natural do que o homem mortal ser assediado por sentimentos de insegurança, quando se vê inextricavelmente atado à natureza, apesar de possuir poderes espirituais plenamente transcendentes a todas as coisas temporais e finitas. Somente a confiança religiosa — a fé viva — pode sustentar o homem em meio a problemas tão difíceis e de tamanha perplexidade.

(1223.1) 111:6.9 De todos os perigos que cerceiam a natureza mortal do homem e que ameaçam a sua integridade espiritual, o orgulho é o maior. A coragem é de muita valia, mas o egocentrismo é vangloriador e suicida. Uma autoconfiança razoável não é de se deplorar. A capacidade do homem de transcender a si próprio é uma coisa que o distingue do reino animal.

(1223.2) 111:6.10 O orgulho é enganoso, intoxicante e alimentador do pecado; é causador de decepções tanto para o indivíduo, quanto para um grupo, uma raça ou uma nação. É literalmente verdade que “o orgulho vem antes da queda”.

7. O Problema do Ajustador

(1223.3) 111:7.1 A essência da aventura do Paraíso é a incerteza com segurança — incerteza no tempo e na mente, incerteza quanto aos eventos do descortinar-se da ascensão até o Paraíso — ; e segurança no espírito e na eternidade, segurança na confiança incondicional de filho-criatura, na compaixão divina e no amor infinito do Pai Universal; incerteza por sermos cidadãos inexperientes do universo; segurança por sermos filhos ascendentes até as mansões do universo de um Pai Todo-Poderoso, onisciente e todo-amoroso.

(1223.4) 111:7.2 Poderia eu aconselhar-vos a atender ao eco distante do apelo fiel do Ajustador à vossa alma? O Ajustador residente não pode parar, nem mesmo alterar materialmente a vossa luta, na carreira do tempo; o Ajustador não pode amenizar as durezas da vida, enquanto atravessais este mundo de trabalho extenuante. O residente divino pode apenas refrear-se, pacientemente, enquanto lutais na batalha da vida, como é vivida no vosso planeta; mas vós podeis, se quiserdes — enquanto trabalhais, lutais e suais — , permitir que o valente Ajustador lute convosco e para vós. Podeis, desse modo, ser confortados e inspirados, seduzidos e cativados, se apenas permitirdes ao Ajustador que ele constantemente vos mostre e ilustre os motivos reais, o objetivo final e o propósito eterno de toda essa difícil luta, montanha acima, contra os problemas banais do vosso mundo material atual.

(1223.5) 111:7.3 Por que não ajudar o Ajustador na tarefa de mostrar-vos a contraparte espiritual de todos esses esforços materiais extenuantes? Por que não permitir ao Ajustador que vos fortaleça, com as verdades espirituais do poder cósmico, enquanto estais lutando corpo-a-corpo com as dificuldades temporais da existência de criatura? Por que não encorajar o ajudante celeste a vos alegrar, com a visão clara de um enfoque eterno da vida universal, enquanto estais meio cegos, na perplexidade dos problemas da hora presente? Por que vos recusais a ser esclarecidos e inspirados, pelo ponto de vista universal, enquanto vos debateis contra os obstáculos do tempo e vos afogais na névoa das incertezas que assediam a vossa jornada na vida mortal? Por que não permitir ao Ajustador espiritualizar o vosso modo de pensar, ainda que os vossos pés devam continuar pisando nas rotas materiais dos empreendimentos terrestres? 

(1223.6) 111:7.4 As raças humanas mais elevadas de Urântia foram miscigenadas de forma complexa; são uma mistura de muitos componentes raciais e de genes com origens diferentes. Essa natureza composta dificulta excessivamente a eficiência do trabalho dos Monitores, durante a vida, e aumenta definitivamente os problemas, tanto do Ajustador quanto do serafim guardião, após a morte. Não faz muito tempo, estive em Sálvington e escutei um guardião do destino apresentando uma declaração formal, como atenuação das dificuldades do ministério ao seu sujeito mortal. Esse serafim dizia:

(1223.7) 111:7.5 “Muito da minha dificuldade deveu-se ao conflito interminável entre as duas naturezas do meu sujeito: a urgência da ambição, em oposição à indolência animal; os ideais de um povo superior, trespassados pelos instintos de uma raça inferior; os altos propósitos de uma grande mente, antagonizados pelo impulso de uma hereditariedade primitiva; a visão ampla de um Monitor perspicaz, contrafeita pela visão estreita de uma criatura do tempo; os planos progressivos de um ser em ascensão, modificados pelos desejos e aspirações de uma natureza material; os lampejos da inteligência universal, cancelados pelos comandos da energia química da raça em evolução; o impulso angélico, em oposição às emoções de um animal; o aperfeiçoamento de um intelecto, anulado pelas tendências do instinto; a experiência do indivíduo, em oposição às propensões acumuladas da raça; as aspirações ao que há de melhor, sendo obliteradas pela inconstância do pior; o vôo do gênio, neutralizado pelo peso da mediocridade; o progresso do bom, retardado pela inércia do mau; a arte da beleza, manchada pela presença do mal; a pujança da saúde, neutralizada pela debilidade da doença; a fonte da fé, poluída pelos venenos do medo; o manancial da alegria, amargurado pelas águas da dor; a felicidade da antecipação, desiludida pela amargura da realização; as alegrias da vida, sempre ameaçadas pelas dores da morte. Tal é a vida neste planeta! E ainda assim, por causa da ajuda e do impulso sempre presente do Ajustador do Pensamento, essa alma alcançou um nível razoável de felicidade e êxito e ainda agora ascendeu aos salões de julgamento de mansônia”.

(1224.1) 111:7.6 [Apresentado por um Mensageiro Solitário de Orvônton.]






O Livro de Urântia

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